31 de julho de 2011

BOOK um novo e formidável dispositivo

video

Para aqueles que adoram novas tecnologias, com fácil utilização, ecologicamente corretas!
Vale a pena ver o vídeo

29 de julho de 2011

Nordeste, pensar diferente

A edição 972 do Jornal Panrotas traz algumas páginas e um debate bastante amplo e interessante sobre o nordeste e sua promoção internacional. As avaliações se complementam e a diversidade de opiniões ajuda na reflexão importante que o Panrotas coloca aos leitores e à indústria.
Como todos sabem, adoro um bom debate. Opiniões e entendimentos diferentes, com pessoas que possuem experiências em campos diversos só faz aumentar nossa capacidade de pensar e buscar soluções melhores para todos.
Claro que o tema não está esgotado, e a reflexão que trago é exatamente que todos os profissionais busquem ir adiante no debate, e se temos um problema novo ou antigo, nossa forma de pensar sobre ele e as soluções a buscar devem devem ser inovadoras, grandes na visão, amplas o suficiente para aproveitar as oportunidades que o mercado interno e a década dos eventos nos proporciona.
Vamos fazer dos limões a limonada?  Só isso ? Ou vamos fazer a caipirosca de limão, lima, de pitanga, caju, e de todas as frutas possíveis e mesmo daquelas que não conhecemos ainda?

Orlando, só parques?

Essa semana estive participando do WEC - World Education Congress do MPI (Meeting Professional Internationals), um evento para profissionais da indústria de eventos com quase 3 mil pessoas.
Mas meu comentário está voltado para a imagem de uma cidade, Orlando, conhecida pelos brasileiros como lugar de férias com crianças, parques temáticos e aventura.
Trata-se de uma cidade que tem, com a mesma intensidade, uma estrutura para realizar eventos. Hotéis próximos ao Centro de Convenções, como o Piebody ou o Hilton, também têm enormes e profissionais estruturas para eventos, ligadas diretamente ao Centro de Convenções da cidade.
Se você vai à trabalho, tem os serviços para sua motivação de viagem, as necessidades de internet, business center, restaurantes diferenciados, atendimento e outros serviços, são para profissionais, executivos, e não para os que estão à passeio.
Trago a reflexão para nossa realidade, sem aquela bobagem de achar que os americanos são melhores, esquece. Minha reflexão é sobre como nossas cidades, serviços, hotéis, centros de convenções, organizadores de eventos estão se preocupando e organizando as viagens de participantes de eventos ou viajantes a negócios de forma diferenciada e atendendo às suas necessidades.

28 de julho de 2011

Conselho Turismo Fecomércio SP reúne-se pela 1ª vez

25 de julho de 2011

E a indústria de eventos em 2020?

Daqui do WEC 2011 ( World Education Congress ) para líderes mundiais do setor de eventos, o MPI - Meeting Professionationals Internacional apresentou um estudo chamado FUTURE WATCH 2011, que traz as principais tendências do setor de eventos profissionais para a década.
EVENTOS MAIS INTELIGENTES: os eventos devem ser menores e mais inteligentes em diversos aspectos como conteúdo e programação; direcionados cada vez mais a grupos específicos e de alta especialização; e, com níveis de qualificação mais elevado, aumentando o retorno da expectativa dos participantes.
TECNOLOGIA: as pessoas vão continuar se encontrando nos eventos para fazer negócios, relacionamentos e trocar idéias, e a utilização de inovação tecnológica com integração, informação em tempo real, utilização de smart fones e uma forte relação integrada com as redes sociais serão cada vez mais importantes.
RELACIONAMENTOS FORTES: tanto para manter e fortalecer relacionamentos e negócios como para começar e aumentar redes de relacionamento, os eventos tornam-se momentos importantes para profissionais de todas as áreas.


Quer conhecer o relatório completo? 


www.mpiweb.org/portal/research 

22 de julho de 2011

Palestra Eventos Internacionais em Recife: slides com audio

Amigos, segue o link para a palestra que fiz em Recife no dia 11 de Julho 2011 sobre eventos internacionais no Brasil.
Você pode acompanhar a palestra toda, os slides e o audio.

LINK:

18 de julho de 2011

E se as viagens de negócios fossem cortadas ?

E se....  as viagens de negócios fossem cortadas do orçamento das empresas por dois anos consecutivos? O PIB mundial cairia em 5% e seriam perdidos cerca de 30 milhões de empregos no planeta.
Essa é uma das conclusões de um estudo que o WTTC - World Travel & Tourism Council encomendou à Orford Economics. O trabalho, que incluiu o Brasil, mostra que as viagens de negócios são necessárias para manter clientes, gerar novos negócios, inovar e ter sucesso nos negócios.
Cerca de 29% das vendas das empresas dependem de viagens e 3/4 dos executivos consideram as viagens extremamente ou muito importantes para aumentar vendas, fazer parceria com fornecedores e inspirar inovação.
Feiras de negócios servem para prospectar novos negócios para 66% dos executivos, como também para relacionamento com clientes já existentes para 61% deles.
Os dados são muitos, mas vale finalizar com a afirmativa de 4 em cada 5 executivos de que as reuniões "cara a cara" são essenciais para o sucesso de seus negócios.

Palestra Jeanine Pires Salão Turismo 2011

Acompanhe a apresentação que fiz no Salão do Turismo sobre o impacto dos mega eventos esportivos de 2014 e 2016 no turismo.
Clique aqui:

11 de julho de 2011

Eventos Internacionais no Brasil

Em 2010, pelo critério da ICCA - International Congress & Convention Association, o mundo realizou 9.120 eventos associativos. Imaginem que em 2000 eram apenas 5.186 eventos.
O Brasil realizou 275 eventos por esse critério, sendo o 90. país no ranking mundial. Mas atenção, a maioria dos eventos é realizado na Europa ( 54% ), e muitos deles não saem de lá. Nesse sentido, a colocação do Brasil é muito boa, já que a América Latina só recebe 10% dos eventos mundiais.
Também interessante, em 2003, somente 22 cidades brasileiras recebiam eventos internacionais e ano passado 48 cidades entraram para a
Vamos fazer uma reflexão sobre as novas oportunidades de eventos para o Brasil na próxima década com a grande exposição de mídia mundial, com os novos negócios ligados ao esporte, ao marketing, à economia, educação, tecnologia, etc...

8 de julho de 2011

UOL Blog: indicação

Olá Blog Jeanine,

Jeanine recomenda a leitura da mensagem "Promoção de passagens aéreas - para inglês ver?", no endereço http://blogdoturismo.folha.blog.uol.com.br/arch2011-07-03_2011-07-09.html#2011_07-06_20_31_56-161704514-0.

Comentário:
Legal termos as cias aéreas explicando como funcionam as promoções e o número de assentos ou dias disponíveis.


UOL Blog
http://blog.uol.com.br/

Jogos Olímpicos e receitas - Brasil Econômico 08/07/11

BRASIL ECONÔMICO – EMPRESAS
                     
OLIMPÍADA GERA US$ 4 BI EM DIREITOS DE TV

Valor corresponde aos eventos do COI realizados em 2014 e 2016 e é a maior verba já negociada pela entidade para a transmissão dos Jogos Olímpicos
Os direitos de transmissão para a Olimpíada de Inverno em 2014, em Sóchi, na Rússia, e os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, vão movimentar mais de US$ 4 bilhões (equivalente a R$ 6,23 bilhões). O valor da receita foi divulgado ontem por Jacques Rogge, presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), e superará o faturamento dos eventos realizados em Vancouver, no ano passado, e em Londres no próximo ano, cujo valor dos direitos será de US$ 3,9 bilhões (cerca de R$ 6 bilhões).

“Os contratos já renderam US$ 3,2 bilhões com a venda para vários países, mas esse valor deve ser substancialmente maior que US$ 4 bilhões”, diz Rogge, sobre as negociações envolvendo os Jogos para o período 2014-2016.

Só neste mês, o COI fechou quatro acordos com emissoras de TV para os eventos entre 2014 e 2020, incluindo um avaliado em US$ 4,38 bilhões com a americana NBC Universal. Por conta dessa negociação nos Estados Unidos, o período de Jogos entre 2018 e 2020 já movimentou US$ 2,6 bilhões em direitos de transmissão. Além desse, contratos foram assinados em separado e com durações variadas com emissoras da França, Coreia do Sul e Alemanha.

“As finanças do COI estão sólidas”, afirma o presidente da entidade, ao comentar o lucro consolidado de US$ 592 milhões em maio deste ano, em comparação com os US$ 466 milhões obtidos no fim de 2009.

Marketing em alta
Além dos contratos televisivos, o COI tem aumentado também sua receita com marketing. Segundo a entidade, foram fechados contratos no valor total de US$ 957 milhões para os Jogos Olímpicos de 2010 e 2012, com

11 patrocinadores, sendo que nos eventos ocorridos no período de 2006 e 2008, a receita foi de US$ 866 milhões.

Já os acordos de marketing para os Jogos de 2014 e 2016 já movimentaram até o momento US$ 921 milhões com a negociação de contratos envolvendo nove patrocinadores. A entidade afirma que mais um ou dois acordos devem ser fechados para os eventos nesse período.

Transmissão conjunta
Depois de muitos anos nas mãos da Rede Globo, os Jogos Olímpicos serão transmitidos pela primeira vez pela Rede Record, que ocorrerá no próximo ano durante a Olimpíada em Londres. O valor do contrato não foi divulgado, mas o mercado estima que o acordo gire em torno de R$ 63 milhões. A negociação também envolveu as transmissões dos Jogos Olímpicos de Inverno em Vancouver, disputado no ano passado no Canadá, que rendeu boa audiência para a emissora paulista.

Já a Olimpíada que será disputada no Rio de Janeiro, em 2016, deve ter sua transmissão para o país feita em conjunto entre três emissoras: além da própria Record, a Globo e a Band devem faturar alto com o evento esportivo.

Contatada para comentar os valores dos contratos para a transmissão dos Jogos e o retorno pretendido com a venda de cotas de patrocínio, a Record não se manifestou até o fechamento desta edição. Reuters, com Redação

SOLIDEZ
O COI já assinou acordos com emissoras dos Estados Unidos, França, Coreia do Sul e Alemanha.

Além dos bons negócios, o COI diz ter “finanças sólidas”. A entidade anunciou lucro consolidado de US$ 592 milhões em maio deste ano.

No fim de 2009, o comitê havia anunciado US$ 466 milhões em seus resultados.

4 de julho de 2011

Turismo mundial cresce 4,5% até abril

A OMT - Organização Mundial de Turismo divulgou os dados de crescimento do turismo mundial nos primeiros quatro meses de 2011: foram +4,5%.
A América do Sul novamente se destacou, com crescimento de +17%, seguida pela Ásia (+14%).
Como vimos, o Brasil registrou um aumento de 33% nos gastos dos estrangeiros em maio, o que trouxe uma média de 14% no ano de 2011.

3 de julho de 2011

Opiniōes no vídeo do Conselho da Fecomércio

Mais sobre como foi o lançamento do Conselho de Turismo e Negócios

http://www.youtube.com/watch?v=Qdg2Y31vihY&feature=youtube_gdata_player

Fotos lançamento Conselho Turismo e Negócios FECOMERCIO



Veja em no Flickr as imagens do evento Turismo e Negócios: http://ow.ly/5v6ny

1 de julho de 2011

Brasil Econômico - Ainda podemos avançar no Turismo, por Jeanine Pires

Boa leitura! Artigo que saiu hoje no Jornal Brasil Econômico!  

Artigo: Ainda podemos avançar no turismo, por Jeanine Pires

Este ano, seremos mais de 1 bilhão de pessoas viajando pelo mundo. Segundo dados da Organização Mundial de Turismo (OMT), durante o ano passado cerca de 935 milhões de pessoas fizeram viagens internacionais, alta de 7%, e nos primeiros meses desse ano já se constata uma média mundial de crescimento de 5%. Para a América do Sul, o crescimento médio para o início de 2011 é de 15%, o mesmo do Brasil.
As receitas geradas nos países com o gastos desse visitantes cresceram 5% em 2010, chegando a US$ 919 bilhões. No Brasil, as divisas cresceram 11,6%, chegando perto dos US$ 6 bilhões.
O turismo é o 5º item da pauta de exportações brasileiras, uma atividade econômica geradora de divisas, empregos e investimentos.
Segundo o World Travel & Tourism Council, em termos absolutos, o Brasil é a 6ª economia do turismo entre 181 países, levando-se em consideração sua contribuição para o PIB, os empregos diretos e indiretos, os gastos dos estrangeiros e os investimentos públicos e privados.
Também estamos entre os 10 países no mundo que mais realizam eventos associativos segundo a International Congress & Convention Association.
E ainda, segundo o World Economic Forum, somos o país mais competitivo em recursos naturais para o turismo.
Mas já são muitos números e, não queremos cansar o leitor somente com dados. Nossa intenção é insistir na importância econômica que o setor de viagens e turismo tem para o desenvolvimento do país. Mostrar sua capacidade de envolver comunidades receptoras na geração de riquezas e na preservação do ambiente natural e cultural. E queremos ir além.
É pouco para o Brasil realizar uma Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos com profissionalismo e transparência. É pouco entregar o que prometemos e fazer desses eventos um sucesso. Trouxemos mega eventos para o Brasil por sua capacidade de transformação, envolvimento nos valores do esporte e da amizade; sabemos os efeitos que esses acontecimentos trouxeram para outros países.
Teremos os dois maiores eventos do planeta num espaço de dois anos.
Os impactos que esses eventos terão nas melhorias de infraestrutura e serviços turísticos devem ser somente o ponto de partida para algo maior e à altura daquilo que a economia do turismo pode trazer de resultados para o país durante e depois de 2014 e 2016.
Aproveitar esses eventos para aumentar a competitividade do Brasil no cenário global tão concorrido. Maximizar os efeitos da cobertura da imprensa mundial para mostrar mais do Brasil ao mundo. Deixar visitantes, atletas, jornalistas e o planeta absolutamente encantados com nosso país. Essa é a grandeza de nossa missão. Fazer do poder transformador do esporte uma ferramenta de educação, de inclusão de jovens e de transformação da sociedade.
Mostrar aos brasileiros que eles podem acreditar em si mesmos.
Empresários e lideranças de turismo devem estar mais do que atentos a novas oportunidades de negócios, contribuir com responsabilidade para a realização dos eventos esportivos e maximizar seus resultados para a indústria de viagens e turismo. Devemos trabalhar de forma obsessiva para que, ao olharmos pra trás em 2020, possamos dizer: aproveitamos muito bem as oportunidades que nosso país teve.
Jeanine Pires é presidente do Conselho de Turismo e Negócios da  Fecomercio
Artigo publicado no jornal Brasil Econômico – pag. 37 – 01/07/2011

Conselho da Fecomércio-SP vai contribuir com os preparativos da Copa e das Olimpíadas

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