21 de novembro de 2010

Os impactos dos Jogos Londres 2012 no turismo do Reino Unido

Um estudo encomendado pelo Visit London e Visit Britain realizado pela Oxford Economics mostra os impactos econômicos que a realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos em Londres 2012 terão sobre o turismo do Reino Unido no período de 2007 a 2017.


Os principais dados mostram:
- os Jogos terão um impacto no turismo do Reino Unido entre 2007 e 2017 de £ 2,3 bilhões; desse valor, somente em Londres os valores serão de £ 1,85 bilhões
- tanto o turismo doméstico como o de estrangeiros, com seu gasto, terão importância para a vinda de novos fluxos de visitantes
- países emergentes como China, Rússia e Índia terão grande incremento de visitantes


O mais interessante ao analisar esses dados sobre o período de 10 anos é entender em que momento o setor de viagem e turismo será mais beneficiado. 
Do total mencionado, no período antes dos jogos esses impactos representarão 15% do total; durante os Jogos, esse impacto será de 31% do valor total, e depois do evento, ou seja, de 2013 a 2017 os maiores impactos deverão ser registrados. 
Cerca de 54% do total gerado para o turismo do Reino Unido terá impacto DEPOIS da realização dos Jogos.


Chama Olímpica dos Jogos de Inverno de Vancouver em 2010
Isso mostra a importância do legado olímpico para o setor de viagens de turismo, sem mencionar os impactos nos esportes de alta performance, o legado social, meio ambiental e a cobertura de mídia que trará imensuráveis benefícios à região.


Agora imaginem, se o Reino Unido que já figura entre os maiores emissores e receptores de turistas do mundo e ainda possui condições gerais mais avançadas de desenvolvimento que o Brasil, o quanto poderemos aferir e entender os resultados dos Jogos Rio 2016 ( com o Mundial de Futebol em 2014 ).
No próximo post.

18 de novembro de 2010

O equívoco sobre marcas na promoção do turismo

Antes de criar uma marca, de qualquer produto, mas nesse caso em turismo, é preciso ter um conceito. São necessárias pesquisas e embasamento técnico, bom briefing e ainda muitos anos de promoção para que a marca de turismo de um país se consolide no exterior.
A Marca Brasil foi construída durante 1 ano e 8 meses de pesquisa e trabalho de conhecimento de mercados, e ainda muita competência do designer Kiko Farkas que ganhou o concurso no Brasil.
Está equivocado, de forma geral, querer fazer marcas de cidades ou regiões no exterior. A não ser para produtos muito específicos e mercados muito maduros ( por exemplo falar de Santa Catarina na Argentina!).
Mas no geral, o mundo fala de América do Sul, mal fala de Brasil como destino na maioria dos casos. No momento em que apenas começamos o trabalho de promoção, que vamos realizar o mundial de 2014, os Jogos Rio 2016 e o Brasil tem uma grande oportunidade de ser mais conhecido, precisamos falar do Brasil.
E o inverso, temos que agregar ao turismo o tema das exportações, dos investimentos, dos produtos brasileiros, da cultura brasileira. O turismo será beneficiado se ampliarmos nossa estratégia e não se começarmos a ter muitas marcas soltas pelo mundo falando de coisas que as pessoas não vão entender!
Marcas exprimem conceitos, não são somente "rótulos".
É hora de unificar ainda mais a promoção do Brasil no exterior e trazer outros setores ligados à exportação e imagem para obter sucesso para o país.

12 de novembro de 2010

As receitas do turismo mundial

Ainda no último Boletim da OMT - Organização Mundial de Turismo em sua versão 2010, alguns dados sobre as motivações de viagens, as receitas e como o setor se comportou nas diferentes regiões
  • em 2009 as viagens por motivo de lazer e férias representaram 51% do total de deslocamentos, as motivações de negócios e motivos profissionais representaram cerca de 15% das viagens e outros 27% das viagens foram motivadas por motivos específicos como visita a amigos e parentes, religião, tratamento de saúde e outros. Os demais 7% não são identificados a motivação
  • a grande maioria das pessoas viajou de avião em 2009, 53%; enquanto as viagens terrestres representaram 47% ( rodovias 39%, ferrovias 3% e por água 5%).
  • a média mundial na queda de viagens internacionais foi de 4,2%, sendo que nas economias avançadas ela declinou em média 4,9% e nas emergentes declinou 3,4%. Por região registrou-se a Europa -5,7%, Ásia e Pacífico -1,6%, Americas -4,8%, e na sub-região da América do Sul - 1,6%. O Oriente Média teve -4,9% e somente a África registrou aumento de 3% em seus visitantes estrangeiros. No caso do Brasil a registramos uma queda de 4% nas visitas de estrangeiros
  • As receitas internacionais do turismo mundial caíram 5,7% em 2009, saindo de US$ 941 bilhões em 2008 para US$ 852 bilhões no ano da crise. As regiões mundiais tiveram médias diferentes, sendo Americas -10%; Europa -7%; Ásia e Pacífico e Oriente Médio -1% e África -4%. A Sub-região da América do Sul registrou -1,3% de queda nas receitas, enquando o Brasil registrou -8% de entrada de divisas no Banco Central (US$ 5,3 bilhões)
  • A regiões emergentes tem uma maior parcela das chegadas de visitantes (47%) e também registram um aumento nas receitas mundias (46,6%), com uma média anual de crescimento de 5,5% entre 2000 a 2009. A média mundial de crescimento nas receitas no mundo nesse período é de 2,9% e nos países de economia avançada é de 1,2%
Vale uma análise interessante quando existem momentos de crise, a queda no número de viagens é proporcionalmente menor do que nas receitas, e quando existe um melhor desempenho da economia, as receitas superam em percentual o crescimento das chegadas. 
No Brasil, em 2009, o PIB  teve pequeno desempenho abaixo de zero (-0,2%), e a entrada de divisas com gastos de estrangeiros caiu 8%. Para 2010, a estimativa de crescimento do PIB está entre 7,5 e 8%, e das receitas diretas no Banco Central com gastos de estrangeiros de crescimento entre 11 e 12%

11 de novembro de 2010

Economias Emergentes já têm 47% do movimento turístico global

Segundo os estudos da OMT - Organização Mundial de Turismo, a evolução de longo prazo das chegadas internacionais de turistas tem mostrado melhor desempenho nas economias emergentes do que nas economias chamadas maduras.
TENDÊNCIAS DE LONGO PRAZO:
  • nas últimas décadas o turismo vem se expandindo de forma continuada e diversificada, tornando-se um dos setores mais ativos da economia mundial
  • mesmo com fases de declínio, ao longo das últimas décadas o turismo vem crescendo em tendência geral. Em 1950 foram 25 milhões de viagens; em 1980 foram 277 milhões; já em 1990, 438 milhões; em 2000 681 milhões e atualmente 880 milhões de viagens internacionais
  • os resultados negativos de 2009 sucederam quatro anos de forte crescimento, mostrando uma média anual de 3% de aumento, incluindo o ano de 2009
  • as regiões emergentes do planeta também ganharam uma grande fatia do turismo mundial em relação àquelas maduras no setor. Essa novas emergentes de destino de visitantes tinham 32% da movimentação do turismo mundial em 1990 e passaram a ter 47% em 2009
  • em 2020 as chegadas internacionais de visitantes devem atingir 1,6 bilhões de viagens.


9 de novembro de 2010

Indicadores do turismo mundial para 2009 e 2010 novos dados (OMT)

Ainda a OMT - Organização Mundial de Turismo em sua edição de 2010 traz alguns indicadores sobre o setor de viagens e turismo
  • sob o impacto da crise financeira mundial as chegadas de turistas caíram em média 4,2% em relação a 2008, somando 880 milhões de viagens internacionais
  • as receitas internacionais do setor atingiram US$ 852 bilhões, representando uma queda de 5,7% em relação a 2008
  • entre os meses de janeiro e agosto de 2010 as chegadas internacionais cresceram 7%, mostrando uma recuperação em relação ao ano anterior; no entanto, as estimativas para o fechamento do ano são de um crescimento em torno de 5 a 6% devido a uma diminuição do ritmo de crescimento do segundo semestre de 2010
  • a região das Américas registra um ritmo de crescimento de 8% e aa sub-região América do Sul tem um crescimento em torno de 7%

Turismo Internacional

Baseado nos dados da Edição de 2010 da OMT - Organização Mundial de Turismo, "Tourism Highlights" seguem alguns dados sobre a importância do setor de viagens e lazer na economia mundial
  • em 2009 as viagens internacionais geraram US$ 1 trilhão, quase US$ 3 bilhões por dia em receitas para todos os destinos mundiais
  • as exportações geradas pelo movimento do setor de viagens e turismo representam cerca de 30% do total das exportações mundiais de serviços e cerca de 6% das exportações totais (serviços e bens)
  • a contribuição do turismo para a movimentação da economia mundial é estimada em cerca de 5% e o total de empregos diretos e indiretos gerados pelo setor no mundo representa cerca de 6 a 7% do total de empregos
  • os dados coletados para estimar o impacto do turismo na economia mundial fazem parte da Conta Satélite do Turismo, que tem sua metodologia aprovada pela Comissão de Estatísticas das Nações Unidas. O melhor conhecimento do papel do setor de viagens e turismo na economia mundial tem ajudado muito o setor a ter dados confiáveis e indicadores importantes de sua importância
  • a contribuição do turismo para o PIB mundial é estimada em cerca de 5%, sendo que nas economias mais diversificadas essa contribuição é estimada em 2% e em países menores ou economia menos diversificada esse impacto pode chegar a 10%

3 de novembro de 2010

Global Sports Industry Summit

Dia 01 de Outubro participei da sessão de abertura do "Global Sports Industry Congress" em Londres. O evento foi promovido pela UKTI - UK Trade Investment, agência de promoção do país. 

A introdução mereceu a informação sobre as eleições presidenciais da noite anterior, quando elegemos nossa primeira mulher Presidente. A platéia aplaudiu!
O painel tratou das agora chamadas pelo mundo esportivo de "nações emergentes nos esportes". Participaram do debate o Ministro da Juventude e Esportes da Turquia, Faruk Nafiz; o CEO do Comitê Organizador dos Jogos de Inverno
de Sochi na Rússia, Dmitry Chemysshenko; o Secretário Geral da Confederação Mundial de Basketball e membro do Comitê Olímpico Internacional.
Falei sobre os fundamentos econômicos sólidos para o crescimento do Brasil e a diminuição das desigualdades sociais que geram uma nova classe média no Brasil, um grande mercado consumidor.
O cenário macro-econômico do país dá mais credibilidade aos investidores e empresas que querem fazer negócios nos eventos esportivos.
Durante o debate, temas relacionados ao fato de serem países emergentes a realizar grandes eventos esportivos foram abordados por diversas perspectivas:  Como o mundo pode conhecer melhor esses países ainda com muitos esteriótipos? Como países que vão sediar eventos estão tratando dos temas ligados à segurança, estabilidade econômica ? Os grandes eventos esportivos são oportunidades para esses países ou "presentes" das entidades internacionais ?
Salientei que o mundo vive um momento diferente, onde os países emergentes passam a participar de decisões importantes, com grandes mercados internos de consumo e possibilidades de negócios em diversas áreas.
Mesmo no caso do Brasil, o Presidente Lula colocou diversos temas políticos e econômicos como prioritários em sua agenda, dentre eles, a captação
dos Jogos Rio 2016 para o continente sul-americano. 
Falei também dos impactos econômicos dos eventos na economia do Brasil, de seus objetivos objetivos esportivos e dos valores do movimento olímpico, e da atração de mais e novos negócios para o Brasil.
Aproveitei para explicar como funcionam as estruturas de parcerias entre os diversos níveis de governo e o Comitê Organizador da Copa 2014 e a Rio 2016
como forma de parceria, monitoramento e entrega das garantias que o país se responsabilizou com as entidades.
Finalizei mencionando os grandes desafios que virão que frente e que o Brasil pensa em seus objetivos estratégicos para antes, durante e depois dos grandes eventos.

29 de outubro de 2010

The Global Sport Summit - Economist Conferences, by Jeanine Pires

Hoje ao final da manhã em Londres tive a oportunidade de representar o Ministro do Esporte Orlando Silva na Conferência realizada pelo The Economist com seguinte tema: Transforming the Industry: the rules of engagement.
Nossa participação objetivou apresentar brevemente a importância que os eventos esportivos de 2014 e 2016 terão em nosso país e continente. Compartilho com vocês minha fala: 

Good afternoon, ladies and gentlemen.
On behalf of the Brazilian Minister of Sports, Orlando Silva, I would like to thank The Economist for the opportunity of being here to share some fantastic news about Brazil, the country that will host the two major sports events of the planet - the 2014 FIFA World Cup and the 2016 Olympic and Paralympic Games.
Nowadays, a great social and economic transformation is in course in Brazil. The country is experimenting a rare moment in terms of wealth redistribution and social inclusion, and this movement is expected to be stronger in the coming years. Social policies and higher minimum wage contribute for the reduction of inequalities, and makes Brazil a great domestic market of consumption.
More than 30 million Brazilians overcame poverty in our country. About 25 million of them have risen to the C class, which today accounts for almost half of Brazil’s population – around 90 million people. Brazil gathers the conditions to a long term growth cycle and to become one of the most dynamic economies of the world. In 2010, Brazilian GDP is expected to grow 7.5% and global investments in infrastructure shall increase more than 20%, reaching 49 billion euros. 
The World Cup and the Olympic Games will bring significant benefits to the country, as a result from investments in airports, roads, urban transportation, sport venues, hotels, telecommunications, and environmental projects. All of these become opportunities for entrepreneurs and experts in planning, engineering, constructing and managing large scale infrastructure projects. The macroeconomic environment and political stability assures good conditions for these new investments.
The Brazilian Government already has a strong and long term investment programme aimed at stimulating infrastructure development and boosting economic expansion. The Accelerated Growth Plan - PAC, was announced in 2007 and allocates around 255 billion euros over a four year period.
There will be a huge impact over infrastructure, tourism, employment and consumption. The total planned investment for 2011-2014 is 382 billion euros. The World Cup and the Olympic Games will accelerate the transformation that is already in course.
Federal Government estimates that 330 thousand direct jobs and 4 hundred thousand temporary staff will be created during the 2014 throughout Brazil. Between 2010 and 2019, the World Cup will add 74  billion euros to the Brazilian economy. The country may host 6 hundred thousand visitors during the World Cup.
In 2016, for the first time the Olympic and Paralympic Games will be held in South America, in the wonderful city of Rio de Janeiro. We are sure that this fact will have huge impact not only in Rio, but in Brazil and in the entire continent.
Initial surveys demonstrate that the investment of 4.8 billion euros in the Olympic Games will generate 20.4 billion euros to Brazilian economy from 2009 until 2027. Around fifty five sectors of Brazilian economy will have direct benefits from the Olympic Games, especially construction, housing, services, gas and oil, technological and information services and transports. More than 120 (one hundreds and twenty thousand) jobs a year will be created until 2016.
UK companies are particularly well placed to take advantage of opportunities on these projects given the strong links between London 2012 and Rio 2016, and also the good relationship between our governments.
Brazilian is making a great effort to plan and get the best of the major sports events to the country. We have important goals to be achieved before, during and after the games. We are working hard to deliver not only the events, but a legacy that will help to change Brazil and South America.
Successful events can make the country more known around the globe and transform even more our culture and our people as our most important values. 
This is a longstanding idea for which Brazil has been gradually preparing itself. In 2003, President Lula reformed the Ministry of Sports in order to have a policy fully devoted to sports, revealing a new understanding of its strategic role in Brazilian society. The Pan American Games of 2007, which were held in Rio, were in tune with this political decision. They were also a test of Brazil’s commitment to these goals. 
The main social legacy that Rio 2016 will leave can be resumed on three targets:
The first one is the Sports Legacy. It is meant to ensure that the practice of sports and physical activities is widely promoted in Brazil before and after the Games are held. This policy wants to implement significant advances in Brazil’s Olympic performance, in the efficient development of technical teams, in a deeper exchange with other countries, in making full use of the large sports facilities that the Games require, and in boosting the sports-related production chain.
The second aspect is the Social Legacy. It combines projects designed for social inclusion and well-being of the low-income populations, particularly through educational sports. Rio 2016 is expected to afford totally new and innovative opportunities to these sectors. The main focus is on young people: on their professional and citizenship training based on the universal values of sports. One of the most important programmes is called Second Half Time, which offers after-school activities, such as practice of sports, pedagogical supervision and food for students of public schools exposed to social risk. Since 2003, 3.6 million children and adolescent were assisted by the program.
Finally, there is the Urban and Environmental Legacy, two areas that are addressed here as an inseparable unit. The environment of the Cariocas is their city, and life in urban centres is highly dependent on access to sustainable natural resources. Likewise, the Olympic Games cannot be held without good urban mobility, safety, the best services, air quality and public transportation. Because these needs are complementary, synergies must be ensured between urban and environmental improvements, linking the Olympics to Rio’s structural regeneration with a view to the future. The beauty of the city and country landscapes are the greatest attractions of the games.
Degraded areas, like the port area in Rio de Janeiro, are already being recovered. Improvement of public transport and urban roads are being carrying on in the FIFA World Cup 12 Host Cities and in Rio, for the Olympic Games. 
Besides, the Rio 2016 Olympic and Paralympic Games environment and sustainability plan, supported by all levels of Government, will focus on four areas:
Water conservation and Renewable energy
A carbon neutral Games
Waste management
Social responsibility
We are also facing a big challenge: the public safety. During 2009 and 2010, 13 Pacifying Police Units (UPPs) were installed in nine communities of Rio de Janeiro; it is a hard and assertive programme with great progress and still big challenges.
The Government also created the World Cup and Olympics Scholarships in order to train professionals directly involved in the 2014 and 2016 events. These measurements are part of a great programme, National Programme for Public Safety with Citizenship in metropolitan regions, by means of the articulation between safety policies and social and preventive actions. It innovates in establishing a federative relationship that integrated the Federal Government, the states, the cities and others sectors. The programme presents more than 90 types of actions, the main target public is young people from 15 to 24 years of age involving the cities to a national security strategy formerly restrict to states role. 
We are also learning with other countries that have already hosted major sports events, like Germany, South Africa, Canada and, now, the UK; that will hold with great success the 2012 Olympic and Paralympic Games. All of them have a lot to exchange with us with their experiences, which will help Brazil to deliver the Games with great venues, organisation and professionalism. But also with passion, joy and Brazilian hospitality. Both 2014 and 2016 will be opportunities to show the world much more of our country, our people, our nature and our great economy. 
Major sports events change cities and countries. But when they are held in emerging countries like Brazil, they mean much more - they give proud to the people, they accelerate investments and they improve social inclusion. 
It is a great challenge to our country. But we are facing it and we will deliver peaceful, well organised and joyful games, in the way that Brazilian people do their great parties.
In this short speech, I have introduced some figures and programs to show you how Brazil is working to ensure that, in 2014 and 2016 the world will have games of celebration and transformation.

This Sunday 31 October, Brasil has a democracy important moment. 135 million brazilians will be voting to elect the new President in totally electronic voting system, giving us the opportunity to know the final result at the same night.
Now, I invite you to visit Brazil, to learn more about the country and to experience a land of joy, sports and business. 
Thank you !
Jeanine Pires

7 de outubro de 2010

O turismo nos EUA nos primeiros 6 meses de 2010

Aumento de 11% nos visitantes e 8% mais de gastos


Trago alguns números do mercado norte-americano para entendermos seu mix de visitantes e a importância do gasto (diferente dos dados mensurados no Brasil, onde só contamos entrada direta de divisas).
Primeiro sobre o número, de janeiro a julho os EUA receberam 27,5 milhões de visitantes, um aumento de 11% em relação ao mesmo período de 2009.
Quem visitou os EUA?
Canadenses foram 9,2 milhões, dos quais 5,5 milhões chegaram por terra
Mexicanos foram 6,5 milhões, dos quais 5,8 milhões por via terrestre
O que os americanos chamam de overseas, visitantes estrangeiros que não fronteiras do Canadá e Mexico somaram um total de 11,8 milhões de visitantes, 11% a mais que o mesmo período.
Aqui uma breve análise mostrando que as fronteiras são responsáveis por mais da metade dos visitantes que chegam aos EUA, e em sua imensa maioria, a via terrestre é a principal.

Os gastos dos estrangeiros nos EUA somaram de janeiro a julho desse ano o total de US$ 65,2 bilhões de dólares. Um dado importante que mostra um gasto médio alto dos estrangeiros e a importância de medir os impactos econômicos do turismo nas exportações americanas.

6 de outubro de 2010

WTTC appoints new CEO - David Scowsill (eturbonews)


NEW YORK, NY - The World Travel and Tourism Council (WTTC) today announced the appointment of David Scowsill as its new president and CEO. Formally starting in the role on November 15, Scowsill will continue the organization’s work to raise awareness of the importance of travel and tourism and its US$5.8 trillion value to the global economy.
As president and CEO, David Scowsill will represent the interests of travel and tourism’s foremost private sector enterprises to governments worldwide. He will lead the organization in addressing the political, environmental, social, and technological factors facing the industry, and will encourage the public and private sector partnerships necessary to build strategies and policies for future growth and prosperity.
Speaking at WTTC’s executive committee meeting in New York this week, David said: “My career has been spent in travel and tourism, working in airline, hotel, airport, and online travel and distribution businesses. I have long supported WTTC, and I have enormous respect for its heritage and vision. The organization has a vital role to play in raising awareness of the true value of the industry, which accounts for 9.2 percent of global GDP.
“I am pleased to have the opportunity to drive the future direction of its work to address the challenges and opportunities facing travel and tourism. I look forward to ensuring the council remains the global focal point for the industry for many years to come.”
David brings private equity and venture capital experience from across the retail, consumer, technology, and travel sectors. He has worked in most parts of the world for hospitality and consumer brands and some of the biggest global airline names. David has been CEO of Opodo; vice chairman of Worldhotels; senior VP of sales, marketing and IT at Hilton International; managing director EMEA at American Airlines; regional general manager Asia/Pacific at British Airways; and sales and marketing director at easyJet airlines.
Welcoming David’s appointment, WTTC chairman Geoffrey Kent said: “It is a pleasure to announce David’s appointment as WTTC’s new president and CEO. He brings invaluable experience and connections from the aviation industry which – although a major contributor to economic wealth and social prosperity – continues to be disadvantaged by undue legislation and taxation. His financial sector experience will help us draw more attention to the investment poured into countries by major travel and tourism businesses, which is expected to more than double over the coming decade.”
David takes the reins of WTTC from current president and CEO Jean-Claude Baumgarten, who joined the council in October 1999 and has steered the organization through a decade of opportunity, challenge, and upheaval in the industry. Jean-Claude was instrumental in the creation of WTTC’s annual Global Travel and Tourism Summit, the year’s most important event for business leaders in the industry. On his departure, he will continue to actively support and advise the organization as a vice chairman.
Geoffrey Kent continued: “David has a tough act to follow as I, WTTC members, and our London team, say farewell and offer our sincere thanks to former president and CEO, Jean-Claude Baumgarten, for his service to the organization and to the interests of travel and tourism. WTTC is a stronger organization for his leadership, and we will be fortunate to still be able to reply on his invaluable advice in the future.”
“After more than a decade driving the reputation of WTTC and raising the profile of the economic importance of travel and tourism, I am looking forward to taking on new challenges,” said Jean-Claude Baumgarten.
“I have made a great many friends among our members, in governments, and in other organizations around the world, and have been privileged to share the council’s powerful knowledge and experience with them. Our annual summit has become one of the most valuable conferences for our industry, and although I leave WTTC in David’s very capable hands, as a vice chairman, I will continue to help him prepare for the next event in Las Vegas.”

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