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7 de janeiro de 2012

A Marca Brasil, blog Aquarela


O Brasil está em constante evolução. A Marca Brasil também. O símbolo utilizado como identidade nacional e internacional do turismo e dos principais produtos de exportação do Brasil passou por uma atualização e ganhou versão 3D (tridimensional).
Lançada junto com o Plano Aquarela – Marketing Turístico Internacional, que norteia as ações de promoção turística do País no exterior, a Marca Brasil nasceu em 2005 a partir de uma concorrência nacional vencida pelo designer Kiko Farkas. A seleção aconteceu entre cinco finalistas de 37 escritórios inscritos, numa parceria entre a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) e a ADG (Associação de Designers Gráficos) que, além do suporte técnico, garantiu o envolvimento da sociedade no processo.
As cores da “marca” foram escolhidas a partir da opinião de 190 operadores turísticos de 18 mercados, 1.200 turistas que visitaram o país e 5 mil pessoas de 18 países que nunca estiveram no Brasil. Esse público indicou a sua visão do Brasil: o Brasil é um país visto com muitas cores. O verde, que reflete as florestas; o amarelo, que ilustra o sol e luminosidade; o vermelho e laranja, relacionados às festas populares; o azul do céu e da água; e por fim, o branco, para as manifestações religiosas.
O diretor de Marketing da Embratur, Walter Vasconcelos, explica que o símbolo está incorporado, desde sua criação, a todo o programa de promoção, divulgação e apoio à comercialização dos produtos, serviços e destinos turísticos brasileiros no exterior e que os frutos já começaram a aparecer. Segundo ele, a Marca Brasil atingiu um índice de reconhecimento de 20% pelos turistas estrangeiros, conforme pesquisa encomendada ao Instituto Zaytec pela Embratur. “Este é um resultado muito bom pelo pouco tempo de exposição, desde sua criação.”
Ao longo de seis anos de existência, empresas de turismo como a CVC, e companhias aéreas como Varig e TAM, aderiram à marca, além de outras companhias que utilizaram-na em seus produtos para exportação como a Grendene, Nestlé, Rosa Chá, Penalty, Antarctica e Matte Leão. Vasconcelos destaca que desde a criação foram atendidos mais de 2 mil solicitações. “Até maio deste ano, o símbolo foi utilizado em produtos e publicações de diversas empresas em 25 países.”
Serviço: A cessão da logomarca é de exclusiva responsabilidade do Ministério do Turismo que, por meio da Embratur, autoriza sua utilização em produtos e projetos que promovem o Brasil no exterior e divulgam a diversidade cultural e as belezas naturais do País.
Os interessados em utilizá-la devem entrar em contato pelo e-mail marcabrasil@embratur.gov.br e apresentar o projeto de utilização. Os pedidos serão avaliados pela Diretoria de Marketing da Embratur.
Para conhecer o manual da Marca Brasil, acesse: http://migre.me/57Whk

19 de dezembro de 2011

EMBRATUR comemora 5,4 milhões de estrangeiros


RUMO AOS 10 MILHÕES - MOMENTO HISTÓRICO PARA O TURISMO BRASILEIROS
Pela primeira vez é registrada a entrada de 5,4 milhões de turistas estrangeiros em apenas um ano no Brasil

Hoje o Brasil comemora um novo recorde no turismo internacional. Serão mais de 5,4 milhões de turistas estrangeiros no país somente em 2011, um número inédito que consolida o bom momento do turismo no Brasil. Além de ser um recorde, essa marca atingiu a meta prevista para 2011 e indica que, se o ritmo de entrada no for mantido, o Brasil estará, em breve, em um novo patamar no cenário internacional.

“O Brasil está no centro das atenções de todo o mundo, a Copa do Mundo FIFA e os Jogos Olímpicos nos trouxeram uma grande visibilidade, que contribui para que as políticas de promoção fossem mais efetivas”, afirmou Flávio Dino, presidente da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo). Para ele, o cenário irá evoluir e consolidar o país como um dos grandes receptores de turistas do mundo. “Foi o melhor ano para o turismo em nossa história, crescemos acima da média mundial e consolidamos uma posição expressiva em nossa economia. Estamos evoluindo. Essa marca é prova concreta desse avanço e vai auxiliar a encurtar o caminho para chegarmos à meta de 10 milhões”.

Para celebrar junto aos principais atores desse momento, os turistas internacionais, a Embratur fez uma recepção especial hoje (19), no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro (RJ). O grupo de turistas que desembarcou pela manhã, em um voo vindo de Atlanta, pode presenciar um show de bailarinos brasileiros e uma performance de cantores, como Fernandinho Beat Box, que faz sons semelhantes a instrumentos musicais com a boca.

Também houve distribuição de lembranças com as cores e a Marca Brasil. O casal Cherie e Robert George, da Georgia (EUA), selecionados para representar a marca 5,4 milhões, ficaram impressionados com a recepção. “Estou muito honrada em participar desse recorde”, disse Cherie. Já Robert não acreditava que sua primeira visita ao Brasil seria tão importante. “É serio isso? Essa festa é para nós?”, indagou Robert.

O casal símbolo desse momento veio para visitar o Rio de Janeiro e Salvador, dois conhecidos destinos de Sol e Praia, segmento que mais atrai visitantes internacionais ao Brasil. “Quero conhecer Copacabana”, disse Cherie, confirmando as estatísticas com um boné do Brasil na cabeça. Ela também lembrou de outro atrativo que deseja conhecer: “o Cristo”, disse com sotaque americano. Antes de saírem do aeroporto, Robert agradeceu a festa e disse que estava muito empolgado com a chegada ao país.

Robert e Cherie são personagens dessa festa, que também é de todos os brasileiros, e integram o grupo de turistas norte-americanos, os segundos da lista do ranking de entrada de turistas no Brasil. Só em 2010, foram mais de 620 mil visitando nosso país e com certeza há vários outros no total de 5,4 milhões que comemoramos hoje.

Segundo Dino, esses indicadores favoráveis derivam do notável esforço dos empresários e profissionais do turismo, associado aos programas dos governos federal, estaduais e municipais, que vêm investindo crescentemente em infraestrutura e promoção turística. ”Obviamente, essas ações seriam inócuas se o nosso país não estivesse navegando nas águas turbulentas da crise mundial com alta visibilidade e grande peso político”, ressaltou.

“É hora de superar os entraves e caminhar com firmeza para a marca dos 10 milhões de turistas estrangeiros, pautando o tema da competitividade de nossos destinos e produtos turísticos como uma questão nacional”, afirma o presidente da presidente da Embratur. “Qualidade e preço são debates fundamentais”.



Assessoria de Comunicação da Embratur
(61) 2023-8517 / (61) 2023-8569
19/12/2011

14 de dezembro de 2011

Feiras de Turismo: ir ou não ir ?


Uma decisão importante para empresas e órgãos de turismo: ir às feiras de turismo.
A resposta pode estar em outras perguntas. Quais os objetivos em participar de uma feira? Que tipo de público estará presente? Qual o custo benefício ? O que o evento oferece como diferencial ?
Essa reflexão é importante no cenário de grandes mudanças dos fluxos turísticos mundiais e, sobretudo quando as ferramentas de promoção e comunicação encontram outros meios de relacionamento com agentes de viagens, clientes e imprensa. Também para quem organiza tais eventos, temas como renovação, inovação, tecnologia são importantes para reter expositores e atrair clientes. Talvez a certeza é que nossa indústria não quer mais do mesmo.
A Atout France, agência  turística oficial da França anunciou que em 2012 não irá mais participar da FITUR em Madri nem da BIT em Milão. Suas razões são explicadas pelo diretor Christian Mantei, argumentando que os custos de participação aumentam, o público presente diminuiu e que o perfil do evento já não atende mais às necessidades dos empresários do setor. De acordo com ele, outras formas de comercialização trazem retorno mais eficaz. A agência continua  a participar de outras feiras como a WTM de Londres e a ITB de Berlim.
Todos de olho no retorno de seus investimentos e no diferencial que as feiras de turismo estão oferecendo a seus expositores e compradores. 
De qualquer forma, para um país, estar ausente de alguns eventos pode ser ruim para sua rede de relacionamentos, para empresas ou órgãos de turismo estaduais e municipais vale uma análise mais detalhada.
Minha experiência durante 8 anos de organização e participação nas feiras em diversos países, também leva refletir sobre os pontos mencionados acima, tais como:
- ter muito claro os objetivos e forma de participação;
- analisar  o custo-benefício dessa e outras ferramentas de comunicação e relacionamento;
- organizar uma agenda prévia para otimizar contatos e focar nos objetivos traçados;
- agrupar e executar diversas ferramentas como reuniões, agenda de imprensa, participação em seminários, dentre outras;
- e muito importante: manter a rede de relacionamentos durante todo o ano e, não somente no momento da feira.

14 de novembro de 2011

Da Rocinha para o mundo


A ação das forças de segurança na retomada da Favela da Rocinha no Rio teve grande repercussão na imprensa internacional.
O tema da segurança sempre foi o mais difícil quando se trata de promover ou falar do Brasil no cenário internacional. Durante muitos anos, eram poucos os argumentos ou informações que podiam ser dadas sobre o assunto, agora existem fatos objetivos e que podem trazer benefícios reais à população carioca e à percepção que o mundo tem de nosso país.
A imprensa mundial, com especial destaque para a América do Sul, Europa e Estados Unidos deu grande destaque à ocupação da Rocinha, mostrando que a retomada trará melhores condições de vida às comunidades e também dando grande destaque aos Jogos Rio 2016 e ao Mundial de Futebol de 2014.
Para se ter uma idéia de quanto esses fatos são importantes para a imagem do país, o assunto foi capa do The New York Times e manchete em jornais como o The Independent e Le Monde. A CNN e a BBC também exibiram imagens de como funcionou a operação.
Nesse momento, é importante repercutir os resultados da operação, mostrar as mudanças realizadas em outras áreas da cidade e como um tema tão importante para os brasileiros e para a imagem do Brasil apresenta mudanças profundas.
Esses fatos são muito importantes para o turismo brasileiro, irão contribuir para melhorar a percepção mundial e terão sempre mais repercussão na medida que os grandes eventos esportivos se aproximam. Aqui está a prova de que eventos como Copa do Mundo e Jogos Olímpicos são oportunidades para mostrar mais sobre o Brasil ao mundo.

11 de novembro de 2011

Marca 'Brasil' sobe dez posições em ranking de consultoria - BBC Brasil 11/11/11


O Brasil subiu dez posições em um ranking elaborado por uma consultoria que avalia a força da "marca" de cada país no exterior. O ranking Country Brand Index (CBI), da consultoria em marcas FutureBrand, busca avaliar como cada país é visto por pessoas no exterior. O estudo leva em consideração as percepções em 113 países.
No ranking de 2011, divulgado nesta sexta-feira (11), o Brasil ocupa a 31ª posição em uma lista de 113 nações. Entre os 50 países do topo da lista, o Brasil foi o que mais cresceu no ranking. Na América Latina, o Brasil fica atrás apenas da Costa Rica, que está em 24º lugar. No ranking anterior, de 2009, o Brasil ocupava a 41ª posição.
Os fatores levados em consideração no estudo são qualidade de vida, a facilidade de se fazer negócios, turismo e cultura. Além disso, um dos indicadores – chamado de "valores" – avalia a percepção que estrangeiros têm sobre cada país nos quesitos liberdade política, tolerância, sistema jurídico, liberdade de expressão e consciência ambiental.

"Estrela ascendente"

De acordo com a FutureBrand, a percepção dos estrangeiros sobre o Brasil melhorou em relação a consciência ambiental, qualidade de vida e facilidade de se fazer negócios.
Na parte do estudo sobre turismo, o Brasil ficou em segundo lugar em uma lista das melhores praias (atrás da Austrália) e terceiro lugar no ranking de vida noturna (atrás de Estados Unidos e Grã-Bretanha), segundo a opinião dos estrangeiros.
O estudo também destaca a posição do Brasil entre outros países emergentes. "A Índia [em 29º lugar] lidera os Brics em percepção geral da marca do país, mas o Brasil é a estrela em ascensão do grupo", afirma o relatório da FutureBrand. "Depois de garantir a Copa do Mundo Fifa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, a posição do país no ranking geral saltou dez posições, tornando o Brasil uma estrela ascendente no índice geral."
"Crescimento forte e altos juros tornaram o Brasil atraente a investidores, com grandes fluxos de capital tendo contribuído para uma rápida valorização do real. Ao contrário da China, o Brasil conseguiu também melhorar em outras dimensões do ranking, como turismo, com uma subida de 30 posições neste ano."
As dez "marcas" mais fortes, segundo o ranking da FutureBrand, são, na ordem, Canadá, Suíça, Nova Zelândia, Japão, Austrália, Estados Unidos, Suécia, Finlândia, França e Itália.
Os pesquisadores ouviram 3.500 viajantes - entre turistas e empresários - e receberam informações de 102 especialistas e 14 pesquisas de mercado. A maior parte da pesquisa foi realizada em julho deste ano.
A consultoria FutureBrand é parte do McCann Worldgroup, que possui agências de publicidade em diversas partes do mundo.

Fonte: BBC Brasil

13 de outubro de 2011

O Brasil na visão dos turistas estrangeiros, o que mudou em 6 anos ?

Uma análise rápida do perfil dos estrangeiros que vieram ao Brasil em 2010 comparando com 2004, nos leva a algumas constatações das mudanças que ocorreram nos últimos 6 anos.
O Estudo da Demanda Internacional divulgado essa semana nos mostra que o Brasil continua a surpreender estrangeiros, que alguns atributos de nosso país passaram a ser mais motivadores para as viagens e que ainda temos muito a fazer para nos tornarmos mais competitivos, seja nos serviços privados seja na infra-estrutura pública.


OS GRANDES TEMAS

- a maioria dos visitantes ainda vem ao Brasil a lazer
- sol e praia ainda é o maior motivo da viagem, e ecoturismo e natureza se consolidam como atrativo do País
- diminui o número de pessoas que viajam com a família
- o Rio de Janeiro continua lindo e o primeiro destino de lazer, já Florianópolis é a grande novidade
- a internet passa a influenciar mais as visitas do que os comentários sobre o Brasil feito por amigos
- as agências de viagem no exterior possuem mais informações sobre o Brasil e ajudam como fonte de informação para a viagem
- os turistas de primeira viagem ainda são muitos e os que repetem a viagem também são muitos
- continuamos agradando muito, pois 96% de intenção de retorno e mais do que unanimidade é oportunidade sem fim
- aumenta o número de jovens estrangeiros que vem ao nosso País
- a satisfação com a a viagem ao Brasil é cada vez maior, superando expectativas
- melhorou um pouco na avaliação do visitante: a limpeza e a segurança
- continua igual depois desde 2004: serviços de taxi, transporte público, sinalização turística, restaurantes, hotéis, guias de turismo, informação turística, hospitalidade
- está um pouco pior nos últimos seis anos: telecomunicações e aeroportos
- ainda oferecemos poucos serviços aos visitantes, poucas informações e pouca venda quando eles já estão no Brasil

14 de setembro de 2011

Brasil: terceiro em promoção internacional do turismo

Estudo feito pela OMT - Organização Mundial do Turismo sobre orçamento das Organização Nacionais de Turismo entre 2005 e 2010, órgãos que representam países, mostra que o Brasil foi o 3o. país que mais cresceu seu orçamento anual. Nesse estudo, muitos países incluem os gastos de marketing e investimentos internos, mas no caso do Brasil, os dados se referem somente ao orçamento da EMBRATUR de 2009 para 2010.
Em 2010, o orçamento de promoção internacional que mais cresceu foi o do Yemen (192%), seguido de Madagascar (26%) e depois o Brasil, a França (18%) e a África do Sul (13%). Crescemos 19% em investimento em promoção em relação a 2009.
Vale ainda lembrar, que muitos países também incluem em seus orçamentos, valores de investimentos de regiões ou do setor privado, e no caso do Brasil, o valor considerado foi 100% de investimento do Governo Federal à época.
Em termos absolutos, o Brasil investiu US$ 72 milhões em promoção internacional em 2010. Valor superior ao Canadá (US$ 65 milhões), Itália (US$ 56,4 milhões), México (US$ 22,1 milhões) e Alemanha ( 21,8%). É claro que mercados emergentes, que precisam ser mais conhecidos e se promover em continentes distantes precisam de maior investimento. Mas nota-se que países líderes do mercado mundial continuam a investir em promoção e novos mecanismos de atração de visitantes A promoção do Brasil precisa continuar a ter mais investimentos, em mercado de prioridade e, ainda, continuidade e criatividade no uso de novas tecnologias e ferramentas.

20 de junho de 2011

Os movinautas

O Google realizou um estudo para analisar o comportamento dos usuários de telefones móveis, os "movinautas". Não sei se essa palavra sequer existe...
Mas o que importa são as conclusões do estudo, que pode nos ajudar a utilizar uma ferramenta cada vez mais importante para as viagens e o entretenimento. 
Buscando entender as formas de uso e como as empresas e marcas se posicionam em 30 países. As principais tendências globais por parte de usuários:
- os smartfones são meios para acessar a internet
- grande número de usuários acessaram a internet várias vezes nos dias da pesquisa, a saber: EUA 58%, Reino Unido 55%, França 59%, Alemanha 45%, Japão 78%
- o celular é usado para várias atividades como buscar informações locais e compras em lojas
- um número reduzido de empresas têm sites formatados para a telefonia móvel
- a maioria das empresas ( 65%) vê o celular como uma forma de busca na fase de decisão de compra


VEJA O VÍDEO: http://googlemobileads.blogspot.com/2011/04/smartphone-user-study-shows-mobile.html 

11 de maio de 2011

Poder dos Mega Eventos na promoção turística

Durante palestra de abertura no MARKTUR - Fórum Latinoamerico de Marketing Turístico, tive a oportunidade de falar sobre o poder dos mega eventos esportivos na promoção do setor de viagens e turismo.
Se eventos são momentos onde o normal e cotidiano se torna extraordinário, precisamos tornar qualquer viagem, evento, numa experiência sensacional. É preciso celebrar no sentido mais amplo e elevado da palavra. Isso é ser líder no momento de realizar um evento. Isso é ser líder ao realizar a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.
Além de falar dos possíveis impactos positivos e negativos dos eventos e de contar um pouco dos resultados do Mundial de 2010 na África do Sul e de edições de Jogos Olímpicos, centramos nosso debate na experiência do turismo brasileiro a partir de 2008, depois de ser confirmado como país sede da Copa de 2014 e dos Jogos Rio 2016.

Os objetivos estratégicos estabelecidos no Plano Aquarela 2020:
1. Melhorar resultados e ter êxito no longo prazo na promoção turística internacional do Brasil;
2. Ter uma estratégia única do setor público e privado para o mundo;
3. Promover o Brasil como destino turístico global além de 2014 e 2016; e,
4. Aproveitar a oportunidade de realização dos mega eventos esportivos para tornar o Brasil mais conhecido como destino turístico

Além de outros pontos, salientamos que os eventos por si só não promovem o País. É preciso ter objetivos e estratégias, monitorar e atualizar essas estratégias e ao mesmo tempo estar sempre baseado em estudos e pesquisa que avaliem impactos e resultados.

27 de abril de 2011

A parte do déficit de turismo que pode nos pertencer...

O que a indústria do turismo do Brasil pode fazer para reduzir o déficit da balança de seu negócio? Somente criticar o câmbio, a promoção, reclamar do gasto dos brasileiros ?
Acredito muito que além da melhoria dos produtos e serviços, sejam eles públicos ou privados, uma ousadia maior pode nos ajudar. 
Quando fizemos a pesquisa com os estrangeiros que vem a eventos internacionais no Brasil, assim como outras pesquisas, o que descobrimos ? Pouco oferecemos aos estrangeiros além do hotel, gastronomia, passeios e paisagens. Não oferecemos pós-eventos de forma agressiva para viajantes a negócios e eventos.
Quais os produtos novos que nossos destinos estão oferecendo, qual a oferta de entretenimento, de compras, de cultura, que nossos destinos oferecem? Como as renovamos? Como aproveitamos recursos naturais, culturais para ir mais fundo na curiosidade dos visitantes para que suas experiências sejam realmente diferentes em nosso país? Como podemos vender mais ? O que querem nossos visitantes além daquilo que já oferecemos?
Essas podem ser algumas das perguntas que podemos tentar responder, na prática, pra agir naquilo que é o papel da indústria de viagens e turismo. Seja por parte dos governos como por parte dos empresários.

16 de março de 2011

Futebol, samba e cairipinha

Muito tem se falado e opinado sobre a impacto dos grandes eventos esportivos na economia e no desenvolvimento do Brasil para essa década. Ainda muito vai se falar dos desafios, e dos prazos e das obras. Ótimo, vamos acompanhar, afinal é a nossa reputação que está em jogo.
E é exatamente de nossa reputação, de nossa imagem que quero falar. Desde 2003 até 2010, nas andanças pelo mundo a promover o Brasil, posso afirmar que os últimos 3 ou 4 anos nos elevaram a um outro patamar de interesse, curiosidade e nos colocaram "na moda".
O impacto da visibilidade de mídia que os eventos de 2014 e 2016 irão trazer ao Brasil serão imensos. Se já vivemos um momento de crescimento interno e de maior exposição mundial, podem ter certeza: vamos pra vitrine principal entre 2012 e 2016.
Mas queremos só entrar na moda e depois ficar "fora de moda' ? Os eventos esportivos por si só não irão promover o Brasil como nação. É preciso que sejamos vistos como o país do futebol, do samba e da cultura maravilhosa. Queremos ser vistos como o país da caipirinha que todos adoram e do maravilhoso e diverso carnaval. O país das belezas naturais e, o melhor, o país onde a alegria do povo é o maior atrativo.
Passar por 2016 significa mais que isso. É preciso mostrar que nos preocupamos, atuamos e contribuímos com os grandes de temas de interesse do planeta.
Dentre as mensagens que vamos passar ao mundo precisam estar aquelas que vão nos ajudar a mudar a percepção do planeta sobre nós, mostrar como fazemos a diferença. O Brasil da EMBRAPA, do etanol, da teconologia de ponta. O Brasil que cresce vencendo a pobreza. Dos produtos e serviços de qualidade, das entregas nos prazos e dos compromissos entregues.
O Brasil do brasileiro que vai fazer uma grande festa, e chega na hora !

11 de março de 2011

Turismo mundial, e 2011 ?

Durante a Feira de Turismo de Berlim - ITB, o World Travel Monitor, instrumento da IPK que estuda cerca de 60 mercados emissores de turismo no mundo divulgou as perspectivas para o crescimento da indústria de viagens e turismo para 2011.
Após confirmar uma recuperação do turismo mundial em 2010 com um crescimento de 7% após uma queda de 4% em 2009, os dados mostram que o setor acompanha o ritmo da economia mundial, mostrando diferentes ritmos de crescimento em distintas regiões do planeta.
Para 2011, o IPK espera um crescimento da ordem média de 3 a 4%. O chamado "novo mundo" composto pelos mercados emergentes a demanda de turismo deverá crescer em ritmo mais acelerado: 10% na Ásia, 7% na África e 5% na América Latina. O "velho mundo" está ainda em fase de recuperação e deverá apresentar taxas modestas de crescimento em torno de 2%.
Mais importante para uma análise dos mercados será a mudança de comportamento dos viajantes. A previsão é de um aumento das viagens em baixa estação e um aumento das reservas e comprar pela internet. As mídias sociais e os smart phones  serão importantes fontes de informação e vão ser ferramentas  essenciais durante viagens.

24 de fevereiro de 2011

Rio está entre as dez metrópoles que melhor reagiram à crise mundial, Guilherme Barros


De acordo com a pesquisa Global Metro Monitor, realizada em Londres, o Rio saltou da 100ª para a 10º posição entre as cidades que melhor reagiram à crise econômica mundial, à frente das gigantes Nova York, Paris, Berlim, Madri e Barcelona.
A pesquisa analisou os itens “geração de emprego” e “aumento de renda”. Nos últimos três anos, o Estado gerou cerca de 450 mil empregos e registrou um crescimento de 60% no número de novas empresas. Com isso, o índice de desemprego no estado (5%) está abaixo da média nacional (6%) e é quatro vezes inferior aos 20% registrados na Espanha, por exemplo.
Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Júlio Bueno, esse balanço positivo é resultado de uma série de estratégias adotadas pelo governo – inclusive para a capital – para a atração de novos empreendimentos para o estado.
“Criamos um ambiente propício com desenvolvimento tecnológico, melhoria do ambiente de negócios, incentivos financeiros e tributários e investimentos em capacitação profissional de mais de R$ 80 milhões”, explica.
O ranking da Global Metro Monitor é liderado por Istambul, na Turquia, e a cidade chinesa de Shenzen aparece em segundo lugar. O terceiro lugar ficou com Lima, no Peru, e Santiago, no Chile, aparece em 5º.
No Brasil, apenas o Rio figura entre as 10 principais. São Paulo ocupa a 25º posição e Belo Horizonte, a 22º. O dinamismo do Rio de Janeiro desbancou Nova York (77º lugar), Paris (96º lugar), Berlim (111º lugar), Madri (142º lugar) e Barcelona (148º lugar).
O estudo, publicado em conjunto pela London School of Economics e pela Brookings Institution, compara o dinamismo econômico das 150 maiores metrópoles do mundo nos períodos anterior (1993-2007) e posterior (2008-2010) à crise. A íntegra da pesquisa pode ser acessada aqui: Global Metro Monitor.

16 de fevereiro de 2011

Fazer a limonada, melhor, a caipirinha !

A breve experiência de trabalhar com a promoção internacional do Brasil como destino turístico durante quase 8 anos me traz a uma reflexão sobre a necessidade de tratar de forma diferenciada a imagem do Pais no cenário mundial.
Não somente porque as oportunidades de realizar a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016 vão trazer uma visilidade mundial que não pode ser disperdiçada, mas sobretudo, porque o Brasil vive grandes mudanças internas e tem um papel cada vez mais importante no cenário global.
Todas as mudanças internas que o pais vive  em sua realidade social e econômica; as transformações culturais e políticas podem ser trabalhadas no sentido de mudar a percepção que os brasileiros têm de si mesmos. E muito além disso, no mundo globalizado de muita competição entre empresas, marcas, lugares e valores, a percepção que o mundo tem do Brasil pode chegar mais perto da realidade e contribuir para que internamente as mudanças sejam mais solidas e plenas.
Na verdade acredito que podemos cuidar de nossa reputação de forma coordenada, no longo prazo, ao mesmo tempo em que buscamos tornar nosso pais mais competitivo no cenário mundial.
A sugestão é que os setores público e privados que lideram as ações no mercado gobal trabalhem juntos e alinhem seus pensamentos e ações por meio de uma estratégia única de país. Juntar atração de investimentos, com promoção do turismo; associar  nomes de lideranças e celebridades a marcas de produtos de exportação; utilizar relações diplomáticas aliadas a ferramentas de relações públicas e relacionamento com a mídia mundial. São apenas alguns eixos de atuação que são eficazes com suas estratégias individuais ou diferentes mensagens que podem estar alinhados e direcionadas de uma forma mais coordenada e eficaz.
O Brasil já ocupa um lugar importante num certo "vácuo" do mercado global, do consumo de valores e produtos. A oportunidade de realizar a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos e Para-Olímpicos trarão ao Brasil um momento em que percepção e conhecimento da nossa realidade estarão próximos como nunca. A um valor imensurável de comunicação e marketing espontâneo global.
Temas como aquecimento global e as medidas que o país mostra ao planeta, energia renovável, a liderança no continente sul-americano, são ações de nosso país que afetam a vida de outras pessoas em outros países, e portanto, farão com que nossas atitudes passem a importar mais.
Vamos fazer a limonada, melhor, a caipirinha !

14 de fevereiro de 2011

Primeiros grandes aprendizados: Aquarela texto 5

Nesses primeiros vídeos e textos que abordamos o tema da construção do Plano Aquarela, a estratégia de marketing internacional do turismo brasileiro, alguns grandes aprendizados e resultados foram muito importantes para que a metodologia seguisse seus passos de constante atualização e melhoria:  

1. A estratégia do plano foi desenhada com bases profissionais e de estudos. Tanto a decisão política de fazer um plano profissional como a liderança da consultoria da Chias Marketing e as pesquisas realizadas foram passos iniciais para que as metas e as primeiras linhas fossem tratadas. Não trabalhamos com o que "achávamos" e sim com dados e experiências que nos deram a certeza do caminho novo e profissional. Ao longo dos anos, o profissionalismo e a experiência da equipe da EMBRATUR foi liderando o processo de elaboração das diversas fases do Plano.

2. A participação de diversos setores do turismo nacional e internacional mostrou maturidade. Os intensos debates internos com o setor público e privado no Brasil, as pesquisas com os operadores estrangeiros foram importantes para que, além da construção contar com a opinião e experiência de todos que trabalhavam com a promoção do Brasil, sua implementação também foi positiva porque foi participativa;

3. A constante atualização do plano não o deixou caducar. A contratação de permanentes pesquisas, estudos, a análise dos mercados emissores e a permanente revisão e atualização do plano fazem dele uma estratégia sempre renovada. Não existe promoção sem estratégia e metas, e ao mesmo tempo. essas devem ser revistas e repensadas à luz das mudanças nos cenários mundial e local.

Sun, Sea, Sand and Dictators, by Ben Colclough (The Huffington Post, Feb 14, 2011)

One outcome of the troubles in Egypt and Tunisia has been the fascinating debate on the rights and wrongs of US support for corrupt dictators. But what happens if we apply the same debate to our travel choices? Should we as tourists visit and support the same nations beset by corruption and human rights abuses? In doing so are we prioritizing personal gain over political pain?
Take Egypt for example. When the storm passes, I suspect tourists will have very short memories. As soon as it is off the front pages, we'll flock back attracted by the low prices and guaranteed sunshine. The interesting question is, should we do so even if Mubarak miraculously prevails?
The central tenet of this debate lies on one point; that our visit supports the economy and therefore the status quo. As long as the economy is healthy and people have food on the table, then protests don't happen. So, on this rather simplistic basis it is easy to see a case for not visiting, because in visiting we prevent revolution.
But lets spin it around, are we to deliberately deprive people of our tourist dollar to maintain and sustain poverty and therefore hasten an uprising? It would seem wrong of us to deliberately perpetuate poverty by our tourist absence with the hope of forcing popular change through deprivation. Not just wrong, it would seem perverse.
If we do visit though, it is important it is done in the right way. As with the advice for Burma, we should strive to avoid passing money straight into the hands of the established powers, stay in smaller places, use small local businesses and avoid big companies (which invariably have lined the pockets of the government to get to where they are). That way more money will reach local families, meaning better education, broader horizons and ultimately more chance of change in the long run.

9 de fevereiro de 2011

Falar com quem sobre o Brasil ? ( Aquarela texto 4)

PARA QUEM COMUNICAR:     

A estratégia de comunicação do turismo como produto ou destino turístico não foi estabelecida como uma estratégia de massa. Era preciso tornar o Brasil um lugar conhecido por aqueles que comercializavam os produtos, indicavam aos clientes e buscavam fornecedores no País. Para tanto, chegar aos operadores de turismo e aos agentes de viagens era o passo inicial necessário para que os turistas passassem a saber quais experiências, que produtos e o que poderiam fazer no Brasil.
Depois dos operadores de turismo e agentes de viagens, novas estratégias e ferramentas de comunicação passaram a ser estabelecidas com os dois outros grupos: a imprensa internacional e os  potenciais visitantes ao Brasil.
A definição das mensagens: o que comunicar

No que diz respeito ao conteúdo da comunicação, foi estabelecida uma mensagem global para todos os mercados e que se converteria em um guarda-chuva para todos os produtos a serem ofertados. A mensagem seria o elemento que integraria todas as ações de comunicação e promoção turística internacional.
Esta mensagem global se concretizou em três elementos:
  • O Decálogo, conjunto dos argumentos e dos valores que têm que levar à decisão do turista potencial de viajar ao Brasil. 
Derivado da análise dos produtos turísticos disponíveis, da imagem, do posicionamento do Brasil e de seus principais concorrentes, foi elaborado na perspectiva do posicionamento desejado no mercado turístico mundial, e é a síntese temática que define o que é o Brasil, seus atrativos e sua diversidade. Traduzido em palavras que explicam o Brasil definido pelo turista que já vem ao paísl, pelo turista potencial, pelos profissionais do setor de turismo brasileiro e estrangeiro, o decálogo se constitui dos seguintes valores ou conceitos:

NATUREZA:
A MAIOR BIODIVERSIDADE DO PLANETA

CULTURA VIVA:
Ver, sentir, comer, dançar, ouvir, festejar...

POVO:
Fé, esperança, hospitalidade e alegria

CLIMA:
Sol, sombra, brisa e água fresca o ano inteiro

MODERNIDADE:
Juventude e modernidade num país de contrastes

    8 de fevereiro de 2011

    A Estratégia de Marketing, onde promover: texto 3

    Seguindo com nossa conversa sobre a construção do Plano Aquarela, vamos falar sobre a formulação da estratégia de marketing que foi elaborada a partir das respostas a duas perguntas básicas: O que queremos do Brasil como destino turístico ?O que vamos promover de nosso país no exterior? 
    Com a análise do diagnóstico realizado foi possível definir a Visão de Futuro desejada para o turismo do País e estabelecer os objetivos e metas em longo prazo, bem como as linhas estratégicas para alcançá-los. 
    A visão que desejávamos alcançar até 2010 traduzia a imagem desejada para o País no mercado turístico. A decisão tomada foi de buscar alcançar, em médio prazo, uma imagem mista de latinidade e de liderança na América do Sul e, em longo prazo, chegar a ser referência no cenário do turismo mundial.
    O BRASIL É O DESTINO LÍDER DA AMÉRICA DO SUL E UM DOS PAÍSES LÍDERES NO TURISMO MUNDIAL.

    Olhando para o presente, podemos afirmar que essa referência foi alcançada, tornando o Brasil o país líder de seu continente e parte do imaginário de latinidade em termos de produto turístico.
    A análise do produto turístico internacional do Brasil e a imagem apontada pelo turista que ainda não conhecia nosso país levaram ao estabelecimento de um posicionamento competitivo para potencializar os dois fatores que caracterizam a oferta existente: o patrimônio natural e o estilo de vida, que sintetizam os valores da cultura viva do povo. O Brasil, mais do que competir com outros países da América Latina, a partir deste posicionamento ocuparia um espaço próprio no mercado internacional.
    Os orçamentos promocionais necessários sobre os quais o Plano Aquarela naquele momento trabalharia, bem como metas, eram apontados pelo Plano Nacional de Turismo 2003-2006.
    Assim, o Plano Aquarela avançou no sentido de traçar objetivos e metas para os países prioritários para a promoção internacional do Brasil, efetuando ajustes, quando necessário, em função de mudanças dos orçamentos disponíveis e da evolução do turismo e dos cenários econômicos mundiais.
    Para criar uma identidade ao Brasil turístico o Plano traçou objetivos que contribuíssem para a geração de uma imagem nova e moderna do País. Além disso, a partir do crescimento dos fluxos turísticos internacionais, provocou o aumento da oferta, estimulando os investimentos internos e externos no turismo e impulsionando a melhoria do padrão da oferta atual até que se igualasse aos patamares das cidades mais importantes do Brasil e de referências do turismo mundial.
    Onde promover?
    A resposta a essa pergunta é fundamental para focar numa política de resultados, utilizando os recursos disponíveis e garantir uma agenda nos países prioritários. Ainda é importante lembrar que o orçamento de marketing deveria estar centrado nos países prioritários, evitando dispersão de recursos que não trariam efetividade de promoção. 
    A definição dos mercados prioritários levou em consideração os seguintes aspectos:
    - O mercado atual – aqueles países que ocupam posição de destaque no cenário turístico mundial e cujo volume emissivo para o Brasil já era alto e,
    - O mercado potencial – países que registravam um volume elevado de viagens internacionais, com um volume alto de turistas potenciais, e com um volume emissivo  para o Brasil médio ou baixo àquela época.
    As pesquisas realizadas confirmaram que o turista potencial para o Brasil era “o turista experiente, que já realizava viagens internacionais e que já tinha grande interesse em visitar o Brasil, sendo, portanto mais passível de ser motivado”.
    Com a definição dos mercados prioritários e suas características, foi possível realizar um cruzamento entre Grade de Produtos e Mercados (países emissores de turistas). Levando em conta as motivações e interesses do consumidor nos diferentes países, a situação competitiva do Brasil nesses mercados e a acessibilidade, o cruzamento permitiu estabelecer uma comunicação específica para cada mercado, com foco definido. 
    As estratégias foram, então, formuladas no âmbito dos países prioritários para promoção e a oferta de produtos a ser comunicada para atingir os seguintes resultados:
    1. Propiciar a experiência da diversidade brasileira;
    2. Provocar o retorno e a recomendação por parte dos turistas;
    3. Permitir a diversificação do produto e a regionalização do turismo brasileiro
    Produtos específicos, como por exemplo, eventos, convenções e congressos, foram tratados de forma diferenciada, já que sua captação não passa por ações pré-determiadas por mercado. Uma estratégia e uma política para a captação e promoção de eventos e também para atração de grupos de turismo de incentivo foi preparada. Para esses segmentos, a estratégia de comunicação e a  abordagem foram feitas por meio de ações direcionadas e para públicos determinados. Vamos falar desse tema em mais detalhes em outros textos.

    Essa estratégia inicial do Plano tornou-se muito importante para que o Brasil pudesse deixar de ser conhecido somente como um destino de sol e praia, e pudesse estabelecer motivações de viagens de negócios e eventos, assim como de uma país moderno e com infraestrutura turística de lazer, ecoturismo, aventura e esporte.

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