10 de janeiro de 2011

Aviação bate recorde em Santa Catarina em 2010, notícias da ABETAR


Os principais aeroportos catarinenses tiveram crescimento no número de passageiros
Os catarinenses viajaram mais no ano que terminou. Os principais aeroportos de Santa Catarina registraram movimentações recordes - sem contar os números das viagens de dezembro. E 2010 foi, ainda, marcado por mais voos e novas empresas aéreas.
Para 2011, a perspectiva é que as obras que ainda estão no papel sejam realizadas. Pelos quatro aeroportos administrados pela Infraero - Joinville, Navegantes, Florianópolis e Criciúma - passaram 3,152 milhões de passageiros em 2010 e 64,4 mil aeronaves, sem considerar os números de dezembro, quando ocorre a maior movimentação no Estado.

Pelo Aeroporto Hercílio Luz, passaram quase 2 milhões (1.995.977) de passageiros em voos domésticos e 112,4 mil em voos internacionais no ano passado, sem contabilizar os dados de dezembro. Os voos charter registram crescimento de 82,49% em relação à temporada passada e a previsão do aumento de passageiros é de 25% em relação a 2009.
- Até março de 2011 estão previstas as chegadas de 469 voos charters. Destes, 444 voos estão aprovados e 25 estão em fase de aprovação pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) - afirma Ricardo May, assessor de comunicação da Infraero no Aeroporto Internacional Hercílio Luz.
Segundo o superintendente do Aeroporto Internacional de Navegantes, Marco Aurélio Zenni, o terminal movimentou , até novembro de 2010, 760.631 passageiros e, 14.377 aeronaves, aumentos de 43% e 31%, respectivamente, comparando com 2009.
O ano de 2010 foi marcado por algumas estreias e por novos voos. A Azul e a Trip Linhas Aéreas passaram a operar no Estado. A Azul estima um crescimento de 7% nos voos para SC. A Webjet anunciou quatro novos voos diários partindo de Navegantes.
Os aeroportos regionais de Joinville e Criciúma também tiveram movimentação recorde em 2010. Em Joinville, segundo o superintendente em exercício, Orlando Bejarano, houve aumento de 208,3 mil passageiros, em 2009, para 261,7 mil em 2010.



Fonte: ABETAR/  Diário Catarinense - Simone Kafruni

Manipulação Cambial pode desembocar em guerra comercial, adverte o Brasil. Financial Times, CAPA

Em entrevista ao Financial Times o Ministro Guido Mantega adverte que a guerra cambial em curso no mundo poderá culminar em conflito comercial de grandes proporções. Mantega disse que o Brasil deverá anunciar práticas manipulativas na OMC e outros organismos mundiais; e também critica a política cambial chinesa que vem trazendo distorções ao comércio global. O Ministro mostra que a balança comercial do Brasil com os EUA saltou de um superavit de US$ 15 milhões para um déficit atual de US$ 6 milhões.
A matéria que tem chamada de capa dedica também uma página inteira à entrevista. O jornal dá destaque ao que chama de aquecida guerra cambial. 
O Ministro Mantega ainda menciona o temor dos efeitos de um real forte demais e fala  dos planos do governo brasileiro para reduzir o papel do Estado na economia e abrir mais espaço para que o setor privado faça investimentos em setores como o de infraestrutura.

9 de janeiro de 2011

Destaques do Brasil da mídia de turismo internacional de domingo

O veículos Lonely Planet e CN Traveller trazem hoje dois destaques para o turismo brasileiro. Os importantes veículos do setor de viagens e turismo apontam, respectivamente a culinária mineira e o Hotel Copacabana Palace em suas recomendações de domingo.
No link http://www.lonelyplanet.com/south-america/travel-tips-and-articles/69154?affil=twit o leitor encontra detalhes sobre a cozinha mineira, recomendações de pratos típicos e fala de cidades como Tiradentes e do Festival de Gastronomia que acontece em agosto.
Já o CN Traveller traz em sua "Golden List" o badalado Copacabana Palace, com atenção para os quartos, a famosa piscina e o restaurante Cipriani. O serviço, grande diferencial do hotel é destacado. Mais destalhes no link http://ht.ly/3A4MG.

7 de janeiro de 2011

Aos seguidores do blog

Amigos que seguem meu blog.
Agradeço a oportunidade de trocar idéias e informações. Todos os comentários e sugestões são importantes para melhorar esse mecanismo de contato e relacionamento.
Minha idéia, conforme mencionado no primeiro post  é trazer informações e opiniões pessoais e de outras pessoas e veículos de comunicação sobre alguns temas: turismo, eventos, imagem do Brasil e experiências pessoais.
Convido-os a colaborar, enviar posts e artigos que considerem interessantes a compartilhar.
Um abraco,
Jeanine Pires

6 de janeiro de 2011

U.S. International Visitation Up 11 Percent for First 10 Months of 2010, from OTTI


TI News: An information service from Office of Travel & Tourism Industries (OTTI)
January 06, 2011

INTERNATIONAL VISITATION UP 11 PERCENT FOR FIRST 10 MONTHS OF 2010

SPENDING AT $111.5 BILLION FOR THE FIRST 10 MONTHS
The U.S. Department of Commerce today announced that for the first 10 months of 2010, 50.4 million international visitors traveled to the United States, an 11 percent increase over the same period in 2009. In October 2010, 5.1 million international visitors traveled to the United States, an increase of nine percent over October 2009. October 2010 registered the 13th straight month of increases in U.S. arrivals.
International visitors spent $111.5 billion during the first 10 months of 2010, 11 percent more than the same period in 2009. In October 2010, international visitors spent $11.9 billion, 18 percent more than in October 2009. October 2010 marks the 10th consecutive month of growth in U.S. travel and tourism-related exports. Total travel and tourism-related exports have increased, on average, $1.4 billion a month in 2010.
Highlights
Overseas Resident Visitation
  • October YTD 2010, overseas resident visits (22.2 million) were up 12 percent compared to the same period 2009.
  • In October 2010, overseas resident visitation (2.5 million) was up 12 percent over October 2009.
  • Compared to the first 10 months of 2008, October YTD 2010 overseas resident visits increased three percent. Compared to the first 10 months of 2000, overseas resident visits were up one percent.
  • October 2010 overseas resident visits were up 13 percent compared to October 2008.
Top 10 Countries
  • In the first ten months of 2010, nine of the top 10 countries posted increases in visitation to the United States. October YTD 2010, the United Kingdom posted the only decline, registering a one percent decrease when compared to the same period in 2009.
  • In October 2010, all top 10 countries posted increases in resident visitation for the month.
Top 10 Countries
Country of Residence% Change YTD
October 2010/2009
% Change
October 2010 vs. 2009
Canada11%12%
Mexico9%1%
United Kingdom-1%5%
Japan18%10%
Germany3%6%
France11%20%
Brazil36%29%
South Korea52%71%
Australia26%19%
People's Republic of China (excl Hong Kong)55%57%


Top Ports: YTD October 2010
YTD October 2010, visitation through the top 15 ports of entry accounted for 81 percent of all overseas visits-three percentage points lower than last year. The top three ports (New York JFK, Miami and Los Angeles) accounted for 38 percent of all overseas arrivals, more than one percentage point below last year. Thirteen of the top 15 ports posted increases in arrivals during the first 10 months of 2010. Six of these ports posted double-digit increases. This upturn in the total of overseas arrivals reverses the majority of the declines registered YTD October 2009.

Falando (muuuito) das mulheres

Aquelas que têm "fama" de falar muito, agora estão sendo (bem) faladas.
Claro, a importância de uma mulher à frente do país, a Presidenta Dilma, traz um debate interessante e de outra qualidade sobre a liderança feminina. Mostra que sim, nós, mulheres, também podemos.

Já sabemos disso, mas vale sempre lembrar, mostrar, demonstrar e, acima de tudo, acreditar em nós mesmas.
É claro que não basta ser do gênero feminino e tudo está resolvido.
A liderança feminina é bastante complexa, cheia de armadilhas e lotada de vigilantes ! Aqueles que notam sua forma de falar, de se vestir, de se portar em público. Aqueles que se espantam com suas colocações e se surpreendem com suas qualidade de líder.

Temos, nós mulheres, que nos superar sempre, e além disso, para continuar surpreendendo positivamente.

Sim, a liderança feminina é difícil e deliciosa. Difícil porque além de nossas competências estarem sempre em questionamento, também olham nossa firmeza nas decisões, nossos resultados e nosso comportamento; e ainda, claro: nosso esmalte, nosso cabelo, nosso modelito.
Deliciosa, porque é do fundo da alma feminina que surge a delicadeza e a serenidade da liderança forte, decidida e destemida.

As Mulheres super poderosas parte 1, por Paulo Salvador do Blogs Panrotas

Meu primeiro e ultimo post do ano serão uma homenagem às mulheres. Vou dividi-los em dois pois tudo que elas representam não cabe em um ;-)
Nunca na história da humanidade elas estiveram tão presentes na nossa vida e no mundo dos negócios.
Mais de 1 bilhão trabalham. Metade dos estudantes universitários no mundo são mulheres. Em muitos países elas controlam mais da metade da geração e consumo de renda.
Nos próximos anos elas serão responsáveis por gerar 5 trilhões de dólares de consumo.
Somado a isso as mulheres influenciam 70% de todas as decisoes de compra:  viagem, carro da família, casa,  roupas… nada escapa do poder de influencia das mulheres.
Estamos vivendo a maior oportunidade de marketing da história e infelizmente muitas empresas negligenciam isso.
As razões são evidentes: a maioria das empresas ainda são dirigidas por homens. Um estudo na europa mostra que as mulheres correspondem a menos de 12% dos postos de top management das  empresas.   Neste ano a Franca lançou um projeto de lei que vai  impor – em 6 anos – às empresas listadas na bolsa de Paris uma cota de 40% de executivas nos conselhos de administração.
O Brasil não esta distante desta realidade. Apesar de termos eleito a Dilmae dela ter nomeado um numero recorde de nove mulheres e apesar de no nosso setor haverem mulheres-craques como a Jeanine Pires,  Solange Vieira,  Annie Morrissey,  Luciane Leite entre outras, ocupando posições de destaque, um estudo do Instituto Ethos revela que as mulheres representam 55% dos brasileiros com mais de 11 anos de estudo mas ocupam somente 13% dos cargos executivos.  Um outro painel da Folha de 2009 revelava que nenhuma  mulher ocupava  a presidência nas cem maiores empresas do Brasil.
Esse e paradoxo resulta em uma serie de incompreensões e erros de marketing. Os mais graves foram revelados pela consultoria Boston Consulting Group, que pesquisou o que passa na cabeça de 12 mil mulheres em 22 países.  Esse estudo acabou resultando em um excelente livro lançado nos EUA chamado “Women want more”.
Obcecados pelas performances técnicas dos produtos, os executivos homens se esquecem que o fator emoção é um componente chave no processo de decisão de compra das mulheres. Eles ainda acreditam que podem “racionalmente” aquecer as vendas baixando precos e diminuindo a qualidade.
Os executivos homens são extremamente prudentes quando o assunto é mudança nos produtos. Enquanto as consumidoras são extremamente avidas por novidades…
No proximo post eu continuo.

5 de janeiro de 2011

Mário Moysés é confirmado Presidente da EMBRATUR

Com a publicação no Diário Oficial de hoje, Mário Moysés é confirmado Presidente da EMBRATUR, órgão vinculado ao Ministério do Turismo que cuida da promoção internacional do turismo brasileiro.
Sucesso à gestão de Mário, um executivo de alta capacidade, que conhece a EMBRATUR, o Plano Aquarela e certamente trará ainda mais dinamismo e resultados para a entrada de divisas e aumento do número de visitantes estrangeiros para o Brasil.
Com o Plano Aquarela 2020, a EMBRATUR terá papel de grande significado para chegar ao final da década tendo aproveitado ao máximo o bom momento do país no cenário internacional e maximizar os efeitos dos grandes eventos esportivos.


Mais sobre o Plano Aquarela 2020:  http://www.brasilnetwork.tur.br/brnetwork/opencms/bn/arquivos/downArquivos/PlanoAquarela2020/atualizado/plano_aquarela_2020.pdf?__locale=pt_BR 

Viagens corporativas movimentam R$ 8 bilhões em 2010, Brasil Econômico (05/01/11)

Mercado projeta crescimento superior a 10% neste ano e já começa a sentir os efeitos positivos da Copa e Olimpíada
Regiane de Oliveira

Faustino Pereira assumiu neste ano a presidência da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp). Anteriormente, foi diretor da Varig, da Iata, da rede Tropical e do escritório da Royal Caribbean Brasil. E, em meio às boas notícias de crescimento do mercado de turismo corporativo, afirma que as empresas têm que começar a se preparar para receber, já em 2011, os organizadores dos mega eventos esportivos que o Brasil vai sediar nos próximos anos. Para ele, para começar falta uma coisa básica: aeroportos.


O mercado de viagens corporativas já se recuperou do impacto da crise financeira internacional, que ainda atinge outros segmentos de lazer no Brasil, como os resorts?
Seguramente. O ano passado não teve nada de semelhante com 2009. Eu diria mais: o Brasil não foi tão fortemente impactado pela crise financeira internacional. O maior impacto foi sentido, eu diria, em razão de algumas ações preventivas, principalmente adotadas por empresas que são globais e que adiaram, em 2009, algumas viagens anteriormente programadas. Em 2010, bem ao contrário de um cenário de crise, as viagens corporativas registram forte aquecimento de demanda. O transporte aéreo para o segmento das viagens de negócios está com volume 30% superior em relação ao ano passado -- o que éumamarca fantástica, longe de dar sinais de fraqueza.
 
Quais foramos resultadosde 2010?

Considerando que o volume de passageiros cresceu de 20% a 30%, comparado ao ano de 2009, a expectativa da Abracorp é fechar 2010 com faturamento total de R$ 7,5 bilhões a R$ 8 bilhões -- o que representa, em termos de movimentação de receita, um aumento percentual que não é tão expressivo assim. Para 2011 projetamos elevar entre 15% a 20% o volume de passageiros. Algumas empresas aéreas já trabalham com esses números. Porém,uma coisa é certa: o mercado de viagens corporativas, em 2011, vai crescer acima de 10%. A dúvida é saber se atingirá os 15% ou 20% esperado.


Qual a estratégia das empresas para disputar os aeroportos no fimde ano com os turistas de lazer?
Observamos que, comparado a iguais períodos anteriores, a movimentação das viagens de negócios no final do ano de 2010 foi maior. Não há como evitar eventuais atrasos de voos, mas temos como minimizar seus efeitos para os viajantes a negócios, e isso inclui adotarmedidas compensatórias. Por isso, temos de dar assistência aos principais clientes, mantendo equipes de apoio nos aeroportos. Esse tipo de assistência se impõe, agora, com mais intensidade, gerando custos operacionais com remarcações, por exemplo. Custos que não deveriam existir, caso tivéssemos uma infraestrutura aeroportuária adequada.


Quais segmentos apresentaram maior demanda em 2010?
As principais demandas vieram do setor bancário, que possui fortes investimentos em eventos de treinamento da sua mão de obra e das suas atividades administrativas-- ambos requerem o deslocamento de colaboradores por toda a extensa distribuição de rede que essas corporações possuem, abrangendo o país inteiro. Telecomunicações e farmacêutico são outros setores que, tradicionalmente, consomem muito os produtos de viagem. A petroquímica não diminuiu o seu ritmo, até em função de tudo o que está acontecendo no setor, com os estudos que impõe o deslocamento de pessoas envolvidas no pré-sal.


Qual a expectativa para 2011?
Para 2011 observamos a tendência de aumento do número de viagens em razão dos mega eventos esportivos. Elas já começaram a ocorrer em função da prévia organização, que mobiliza vários segmentos. É um engano supor que a Copa do Mundo ou as Olimpíadas são eventos com duração de apenas um mês. Muitos profissionais a serviço, pormotivação de trabalho ou negócios, já estão vindo ao Brasil ou viajando para diferentes lugares -- para participar de integrações, seminários, encontros preparatórios, entre outras atividades que orbitam na realização desses dois megaeventos. Portanto, seus efeitos também já se fazem sentir no segmento das viagens corporativas e devem ser intensificados em 2011. E isso émuito bom, até para evidenciar que a Copa e as Olimpíadas geram efeitos para o segmento sem uma data de início e de término.

É a marca do calor humano inspirada pela natureza do Rio, O Estado de Sâo Paulo (05/01/11)

"É a marca do calor humano inspirada pela natureza do Rio": FRED GELLI - Criador do logo dos Jogos 2016

Bruno Lousada e Wagner Vilaron - O Estado de S.Paulo

Depois de lançar no réveillon de Copacabana a logomarca dos Jogos do Rio, da qual é criador, o sócio e diretor de criação da Agência Tátil Design, Fred Gelli, viu-se cercado por uma polêmica: houve acusações de que a marca olímpica seria plágio do quadro "A dança", do pintor francês Henri Matisse, e do símbolo da ONG Telluride Foundation, do Estado de Colorado, nos EUA. Ao Estado, ele negou veementemente.

O que significa fazer a marca dos Jogos no Rio?
Em primeiro lugar, é um grande orgulho. É o projeto dos sonhos de qualquer designer criar a marca com mais visibilidade do mundo. A felicidade é ainda maior ao ver a aceitação que a marca teve. Estou acompanhando pesquisas conduzidas por diversos veículos de comunicação que apontam aprovação de mais de 70% logo após seu lançamento. Mais do que aceitação, as pessoas estão compreendendo a marca e se envolvendo com ela.

Em quanto tempo a logomarca foi criada?
O processo começou em abril e terminou em setembro. Foram quase 6 meses. A etapa de estratégia, conceituação e criação, considerando até a aprovação final da comissão julgadora, durou quase três meses e reuniu uma grande equipe multidisciplinar dos escritórios da Tátil Rio e São Paulo. Entre setembro e dezembro, foram muitos dias só no refinamento do logotipo.


O que representa o símbolo dos Jogos Rio 2016?
Nossos colaboradores mergulharam no espírito olímpico, com a diversidade harmônica, a energia contagiante e a natureza exuberante do Rio e do Brasil. Trabalhamos em cima do tema central: paixão e transformação. O resultado é uma marca síntese do calor humano, inspirada pela natureza do Rio, dos atletas e das pessoas. A marca dos Jogos Rio 2016 convoca a união, o desejo brasileiro de somar forças e aspirações para viver, realizar e transformar o presente e o futuro por meio de uma visão sustentável. É uma grande rede coletiva em movimento, um convite e uma inspiração para o Rio e para o mundo.

Surgiram acusações de plágio da marca Rio 2016 com o quadro "A dança", do pintor francês Matisse, e com o símbolo da ONG Telluride Foundation. O que você acha disso?
Não conhecíamos essa marca da fundação (americana). Não houve nenhuma referência, em nenhum momento, a ela ou a qualquer outra ao longo de nosso processo criativo. A inspiração foi orientada pelo briefing da Rio 2016, que, entre outras coisas, recomendou que a marca fosse carioca, brasileira, traduzisse os valores dos Jogos e do movimento olímpico internacional. Além disso tudo, o Comitê Organizador Rio 2016 e o COI (Comitê Olímpico Internacional) não viram nenhum conflito dessa marca com outras.

Tais marcas se parecem?
Não consigo reconhecer na marca em questão o Pão de Açúcar ou qualquer outra referência ao Rio de Janeiro. O abraço é uma expressão universal. Nosso desafio foi incorporar valores como união e amizade à natureza do Rio de uma forma original e diferente.

Elas serviram de inspiração? Não conhecíamos a marca em questão.


O que diferencia o símbolo da Rio 2016 dos demais?
A tridimensionalidade da marca, que está caracterizada pelos volumes, luz e sombras, que não são encontradas em nenhuma outra marca que já se inspirou nos valores de união e amizade. Além disso, ela é inspirada nos valores olímpicos de união e amizade, além da natureza carioca representada pelo Pão de Açúcar. É uma marca que tem frente e verso, em cima e embaixo.

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