27 de fevereiro de 2011

Mega eventos? Não! "Eventos Brasileiros" !

A realização de eventos no Brasil passa por enormes transformações. Nos últimos anos se multiplicaram os eventos de entidades médicas, de educação, tecnologia, fontes renováveis de energia e tantos outros temas, trazendo o Brasil ao sétimo lugar no mundo em eventos associativos. De cada 10 eventos que o Brasil tentou trazer pra cá nos desde 2003 tivemos sucesso em 8 ou 9 deles.
Com a realização da Copa do Mundo FIFA em 2014 e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos no Rio em 2016 vamos ter carta branca pra atrair muitos eventos esportivos, associativos, corporativos. Vamos ainda, desenvolver negócios novos em diversas áreas, além de trazer e trocar conhecimento em setores ligados aos eventos dos mais diversos segmentos.
Mas, o que são eventos especiais? O que são mega eventos? A grande diferença estará não somente em realizar esses eventos, em tratá-los de forma profissional. Não basta fazer o básico, o que todos já fizeram.
Precisamos transformar mega eventos ou eventos de categorias profissionais em o que chamo de "eventos brasileiros", onde nossa alma, nossos valores intrínsecos e aquilo que nos torna únicos, brasileiros, seja o grande diferencial. Isso é legado, é pensar além dos acontecimentos e além do que outros já realizaram.

24 de fevereiro de 2011

Dados do turismo brasileiro: janeiro 2010

Gastos dos estrangeiros no Brasil: US$ 595 milhões (+5,12 %)
Gastos dos brasileiros no exterior: US$  1,741 bilhões (+43 %)
Desembarques domésticos: 6.708.782 passageiros (+ 17,6 %)
Desembarques internacionais: 868.640 passageiros (+14,6 %)

Câmbio? A notícia é ótima!

24/02/2011 - 15h32 - FOLHA.COM

Governo autoriza correios e casas lotéricas a operarem câmbio


JULIANA ROCHA
DE BRASÍLIA

Atualizado às 17h37.

As casas lotéricas e as agências dos Correios foram autorizadas, nesta quinta-feira, a fazer operações de compra e venda de moeda estrangeira. Esses agentes já operavam com recebimento e transferência de dinheiro para o exterior.
Com a autorização, as lotéricas e Correios poderão comprar e vender moeda estrangeira no limite de US$ 3 mil por operação. É o mesmo limite para transferências.
A autorização para operações de câmbio para esses correspondentes foi concedida pelo CMN (Conselho Monetário Nacional), formado pelos ministros da Fazenda e do Planejamento e pelo presidente do Banco Central.
A autorização não exige que todas as casas lotéricas e agências dos correios sejam correspondentes cambiais, como denominou o Banco Central. Aquelas que tiverem interesse poderão fazer um contrato com um banco, como se fossem um correspondente bancário.
Na mesma decisão, o governo autorizou as agências de turismo que já operam com compra e venda de moeda estrangeira a operar também com transferências internacionais. Dessa forma, eles poderão ser usados por pessoas que queiram enviar dinheiro ao exterior ou receber.
O chefe da gerência executiva de câmbio do BC, Geraldo Magela, explicou que as medidas foram tomadas para aumentar o número de instituições no Brasil com autorização para operar com moeda estrangeira. A preocupação do governo é que não falte prestadores de serviços nessa área durante a Copa do Mundo de 2014, quando o país deve receber mais visitantes estrangeiros
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Rio está entre as dez metrópoles que melhor reagiram à crise mundial, Guilherme Barros


De acordo com a pesquisa Global Metro Monitor, realizada em Londres, o Rio saltou da 100ª para a 10º posição entre as cidades que melhor reagiram à crise econômica mundial, à frente das gigantes Nova York, Paris, Berlim, Madri e Barcelona.
A pesquisa analisou os itens “geração de emprego” e “aumento de renda”. Nos últimos três anos, o Estado gerou cerca de 450 mil empregos e registrou um crescimento de 60% no número de novas empresas. Com isso, o índice de desemprego no estado (5%) está abaixo da média nacional (6%) e é quatro vezes inferior aos 20% registrados na Espanha, por exemplo.
Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Júlio Bueno, esse balanço positivo é resultado de uma série de estratégias adotadas pelo governo – inclusive para a capital – para a atração de novos empreendimentos para o estado.
“Criamos um ambiente propício com desenvolvimento tecnológico, melhoria do ambiente de negócios, incentivos financeiros e tributários e investimentos em capacitação profissional de mais de R$ 80 milhões”, explica.
O ranking da Global Metro Monitor é liderado por Istambul, na Turquia, e a cidade chinesa de Shenzen aparece em segundo lugar. O terceiro lugar ficou com Lima, no Peru, e Santiago, no Chile, aparece em 5º.
No Brasil, apenas o Rio figura entre as 10 principais. São Paulo ocupa a 25º posição e Belo Horizonte, a 22º. O dinamismo do Rio de Janeiro desbancou Nova York (77º lugar), Paris (96º lugar), Berlim (111º lugar), Madri (142º lugar) e Barcelona (148º lugar).
O estudo, publicado em conjunto pela London School of Economics e pela Brookings Institution, compara o dinamismo econômico das 150 maiores metrópoles do mundo nos períodos anterior (1993-2007) e posterior (2008-2010) à crise. A íntegra da pesquisa pode ser acessada aqui: Global Metro Monitor.

21 de fevereiro de 2011

Brasil será o quarto maior mercado doméstico de viagens no mundo em 2014, diz IATA

Até 2014 o mundo terá mais 800 milhões de viajantes do que em 2009, serão cerca de 3,3 bilhões de viagens aéreas domésticas e internacionais. A média de crescimento anual do planeta será de 5,9%.
No cenário internacional, em 2014 os países com maior número de viajantes não serão muito diferentes dos atuais: EUA (215 milhões), Reino Unido (198 milhões), Alemanha (163 milhões), Espanha (123 milhões) e França (111 milhões). O mundo terá cerca de 1,3 bilhões de viajantes internacionais em 2014. O crescimento anual estimado  na América Latina no período será 5,7%, em média.
O crescimento doméstico, ou seja, pessoas viajando dentro de seus países já apresenta uma outra realidade; com uma média mundial de 5,7% os maiores mercados internos em 2014 serão EUA (671 milhões), China (379 milhões), Japão (102 milhões), Brasil (90 milhões) e Índia (69 milhões).
( Dados da IATA - International Air Transport Association )

Câmbio para turista é desafio para BC, Fernando Travaglini (Valor Econômico 21/2/2011)

Engana-se quem imagina que o único desafio do governo na realização Copa do Mundo e da Olimpíada é garantir o bom funcionamento de aeroportos, estádios e transporte público. A perspectiva de uma enorme demanda por troca de moeda estrangeira concentrada em um único mês também é motivo de preocupação e tem sido alvo da atenção do Banco Central.
A expectativa é que cerca de 500 mil turistas visitarão o Brasil, além de 15 mil jornalistas, voluntários e funcionários da Fifa. Diante desse quadro, a avaliação de fontes do governo é de que os postos de atendimento para câmbio ainda são insuficientes, tanto nas cidades sedes dos dois eventos esportivos, como nos municípios vizinhos, que também receberão visitantes.
Há menos de mil correspondentes cambiais espalhados pelo país e um número pequeno das 170 instituições fazem operações de varejo em suas agências para não-clientes, devido ao alto custo e baixo retorno. Boa parte da demanda é atendida pelos hotéis e, obviamente, pelo mercado paralelo.
Para identificar os problemas e buscar soluções para ampliar a capilaridade, o BC vai promover em maio um seminário internacional sobre o tema. A ideia é chamar representantes do mercado e do governo, incluindo especialistas de países que já sediaram grandes eventos esportivos, para comparar os modelos e saber onde o país pode melhorar em termos de regulação.
Segundo avaliação oficial, uma das explicações para a pequena oferta de casas de câmbio é o baixo fluxo de turista para o país. As trocas no ano passado feitas por estrangeiros somaram pouco mais de US$ 1,6 bilhão. Há também uma questão cultural. Com seguidas crises de Balanço de Pagamento, o mercado de câmbio no Brasil foi ficando cada vez mais fechado, com normas e regulações feitas para impedir a saída de moeda estrangeira.
Outro problema é a burocracia, que acaba fomentando o mercado paralelo. Mesmo com as aberturas recentes feitas na legislação, a troca de moedas ainda é muito burocrática. Como lembra Andreas Wiemer, vice-presidente do grupo Confidence, se um estrangeiro quiser trocar US$ 1, ele terá que apresentar passaporte no momento da transação e a corretora precisará informar todos os dados da operação ao BC. Ele lembra que em outros países, como a Inglaterra, as casas de câmbio não precisam informar os dados em troca de até 3 mil libras.
Segundo ele, a Confidence fechou cinco postos de atendimento nos últimos dois anos em locais como Praia do Forte (BA), Sauípe (BA) e Praia do Pipa (RN), justamente pela concorrência com o mercado paralelo. "Esses eram postos na praia, onde até o sorverteiro troca dólar", diz Wiemer.
Há ainda um limite no Brasil para as trocas de estrangeiros acima de R$ 10 mil. A partir desse valor, se um turista quiser comprar reais, os recursos terão que ser depositados em conta corrente no país.
O próprio BC entende que o excesso de burocracia pode incentivar o mercado paralelo. O dilema, entretanto é fomentar a expansão do segmento (inclusive para a realização de transferências de pequeno valor para o exterior), sem comprometer a segurança do sistema e impedir a lavagem de dinheiro.

19 de fevereiro de 2011

@gbarrosdoig, 2/19/11 17:19

Guilherme Barros (@gbarrosdoig)
2/19/11 17:19
No blog: Viagens corporativas representaram 57% das receitas das companhias aéreas em 2010 http://bit.ly/g8vpAt


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18 de fevereiro de 2011

O impacto do setor de eventos nos EUA: US$106 bilhões


O Convention Industry Council lançou ontem um estudo sobre o impacto do setor de eventos na economia americana. Os resultados mostram que a indústria de eventos americana gera diretamente 1,7 milhões de empregos, contribui com US$ 106 bilhões para o PIB, gera US$ 263 bilhões em gastos e US$ 14,3 bilhões em impostos federais. Veja abaixo mais informações sobre o tema publicado na conworld.net.





Dentre as indústrias americanas, a de eventos gera mais empregos que o setor de comunicações, transportes e, pasmem, de computadores e produtos eletrônicos manufaturados. Além dos empregos do setor de eventos, outros 4,5 milhões de trabalhadores da cadeia de fornecedores e vendas, por exemplo, são afetados positivamente pelos eventos.
Os gastos estão relacionados ao planejamento e produção de eventos, locação de espaços e serviços turísticos, como por exemplo hospedagem, alimentação e transportes.
Esses são apenas alguns dados que mostram a importância do setor de eventos para a economia dos EUA, além da geração de impostos locais e federais.
Cerca de 1,8 milhões de eventos envolveram cerca de 205 milhões de pessoas, entre delegados, organizadores, compradores, dentre outros. Os eventos são oportunidades de treinamento, aprimoramento profissional, estabelecimento de relacionamentos e inovação tecnológica.
O estudo é visto pela indústria americana de eventos como uma demonstração de seu dinamismo e ao mesmo tempo da convergência de esforços da indústria para torná-la cada vez mais inovadora e rentável.

16 de fevereiro de 2011

Fazer a limonada, melhor, a caipirinha !

A breve experiência de trabalhar com a promoção internacional do Brasil como destino turístico durante quase 8 anos me traz a uma reflexão sobre a necessidade de tratar de forma diferenciada a imagem do Pais no cenário mundial.
Não somente porque as oportunidades de realizar a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016 vão trazer uma visilidade mundial que não pode ser disperdiçada, mas sobretudo, porque o Brasil vive grandes mudanças internas e tem um papel cada vez mais importante no cenário global.
Todas as mudanças internas que o pais vive  em sua realidade social e econômica; as transformações culturais e políticas podem ser trabalhadas no sentido de mudar a percepção que os brasileiros têm de si mesmos. E muito além disso, no mundo globalizado de muita competição entre empresas, marcas, lugares e valores, a percepção que o mundo tem do Brasil pode chegar mais perto da realidade e contribuir para que internamente as mudanças sejam mais solidas e plenas.
Na verdade acredito que podemos cuidar de nossa reputação de forma coordenada, no longo prazo, ao mesmo tempo em que buscamos tornar nosso pais mais competitivo no cenário mundial.
A sugestão é que os setores público e privados que lideram as ações no mercado gobal trabalhem juntos e alinhem seus pensamentos e ações por meio de uma estratégia única de país. Juntar atração de investimentos, com promoção do turismo; associar  nomes de lideranças e celebridades a marcas de produtos de exportação; utilizar relações diplomáticas aliadas a ferramentas de relações públicas e relacionamento com a mídia mundial. São apenas alguns eixos de atuação que são eficazes com suas estratégias individuais ou diferentes mensagens que podem estar alinhados e direcionadas de uma forma mais coordenada e eficaz.
O Brasil já ocupa um lugar importante num certo "vácuo" do mercado global, do consumo de valores e produtos. A oportunidade de realizar a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos e Para-Olímpicos trarão ao Brasil um momento em que percepção e conhecimento da nossa realidade estarão próximos como nunca. A um valor imensurável de comunicação e marketing espontâneo global.
Temas como aquecimento global e as medidas que o país mostra ao planeta, energia renovável, a liderança no continente sul-americano, são ações de nosso país que afetam a vida de outras pessoas em outros países, e portanto, farão com que nossas atitudes passem a importar mais.
Vamos fazer a limonada, melhor, a caipirinha !

14 de fevereiro de 2011

Primeiros grandes aprendizados: Aquarela texto 5

Nesses primeiros vídeos e textos que abordamos o tema da construção do Plano Aquarela, a estratégia de marketing internacional do turismo brasileiro, alguns grandes aprendizados e resultados foram muito importantes para que a metodologia seguisse seus passos de constante atualização e melhoria:  

1. A estratégia do plano foi desenhada com bases profissionais e de estudos. Tanto a decisão política de fazer um plano profissional como a liderança da consultoria da Chias Marketing e as pesquisas realizadas foram passos iniciais para que as metas e as primeiras linhas fossem tratadas. Não trabalhamos com o que "achávamos" e sim com dados e experiências que nos deram a certeza do caminho novo e profissional. Ao longo dos anos, o profissionalismo e a experiência da equipe da EMBRATUR foi liderando o processo de elaboração das diversas fases do Plano.

2. A participação de diversos setores do turismo nacional e internacional mostrou maturidade. Os intensos debates internos com o setor público e privado no Brasil, as pesquisas com os operadores estrangeiros foram importantes para que, além da construção contar com a opinião e experiência de todos que trabalhavam com a promoção do Brasil, sua implementação também foi positiva porque foi participativa;

3. A constante atualização do plano não o deixou caducar. A contratação de permanentes pesquisas, estudos, a análise dos mercados emissores e a permanente revisão e atualização do plano fazem dele uma estratégia sempre renovada. Não existe promoção sem estratégia e metas, e ao mesmo tempo. essas devem ser revistas e repensadas à luz das mudanças nos cenários mundial e local.

Iata afirma que 3,3 bilhões de pessoas viajarão de avião em 2014

Iata afirma que 3,3 bilhões de pessoas viajarão de avião em 2014

Genebra, 14 fev (EFE).- Aproximadamente 3,3 bilhões de pessoas tomarão um avião pelo menos uma vez em 2014, das quais 1,3 bilhão farão viagens internacionais, segundo as previsões divulgadas nesta segunda-feira pela Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata).

EFE | 14/02/2011 10:55
Genebra, 14 fev (EFE).- Aproximadamente 3,3 bilhões de pessoas tomarão um avião pelo menos uma vez em 2014, das quais 1,3 bilhão farão viagens internacionais, segundo as previsões divulgadas nesta segunda-feira pela Associação Internacional do Transporte Aéreo (Iata). A entidade indicou que o primeiro número representa 800 milhões de passageiros a mais com relação a 2009, enquanto a segunda categoria significa 313 milhões de viajantes adicionais. A China contribuirá em grande parte para o aumento do número de passageiros e estima-se que dos 800 milhões adicionais, 45% viajarão em rotas da região Ásia-Pacífico. Em ordem decrescente, os cinco países com maior número de passageiros em viagens internacionais serão Estados Unidos (215 milhões, com um aumento de 45 milhões), Reino Unido (198 milhões, com 33 milhões a mais), Alemanha (163 milhões, com 29 milhões a mais), Espanha (123 milhões, com 21 milhões a mais) e França (111 milhões, com 21 milhões a mais). No entanto, os mercados de maior crescimento para o tráfego aéreo estarão longe do Ocidente e, além da China, serão Emirados Árabes Unidos, Vietnã, Malásia e Sri Lanka. Para os voos domésticos, os EUA também se manterão em 2014 como o mercado nacional mais importante, com 671 milhões de passageiros, seguido da China (379 milhões), Japão (102 milhões), Brasil (90 milhões) e Índia (69 milhões). Em nível mundial, o número de passageiros de voos internos será de 2 bilhões no total, frente ao 1,5 bilhão de 2009. Sobre estas previsões, o diretor-geral da Iata, Giovanni Bisignani, comentou que tudo indica que "o mundo se tornará mais móvel", o que criará ao mesmo tempo oportunidades e desafios, não só no setor de transporte de pessoas, mas também no de mercadorias. Em três anos, a carga aérea de mercadorias totalizará um volume de 38 milhões de toneladas, 12,5 milhões de toneladas acima das 26 milhões que foram transportadas em 2009.

Sun, Sea, Sand and Dictators, by Ben Colclough (The Huffington Post, Feb 14, 2011)

One outcome of the troubles in Egypt and Tunisia has been the fascinating debate on the rights and wrongs of US support for corrupt dictators. But what happens if we apply the same debate to our travel choices? Should we as tourists visit and support the same nations beset by corruption and human rights abuses? In doing so are we prioritizing personal gain over political pain?
Take Egypt for example. When the storm passes, I suspect tourists will have very short memories. As soon as it is off the front pages, we'll flock back attracted by the low prices and guaranteed sunshine. The interesting question is, should we do so even if Mubarak miraculously prevails?
The central tenet of this debate lies on one point; that our visit supports the economy and therefore the status quo. As long as the economy is healthy and people have food on the table, then protests don't happen. So, on this rather simplistic basis it is easy to see a case for not visiting, because in visiting we prevent revolution.
But lets spin it around, are we to deliberately deprive people of our tourist dollar to maintain and sustain poverty and therefore hasten an uprising? It would seem wrong of us to deliberately perpetuate poverty by our tourist absence with the hope of forcing popular change through deprivation. Not just wrong, it would seem perverse.
If we do visit though, it is important it is done in the right way. As with the advice for Burma, we should strive to avoid passing money straight into the hands of the established powers, stay in smaller places, use small local businesses and avoid big companies (which invariably have lined the pockets of the government to get to where they are). That way more money will reach local families, meaning better education, broader horizons and ultimately more chance of change in the long run.

10 de fevereiro de 2011

Delivering an infant business is in the details, Richard Branson ( TODAYonline)

by Richard Branson
So you have an idea for a business - one that you believe has the potential to alter the industry. You have put together a simple, straightforward proposition that potential customers find easy to understand. You have raised the necessary capital, gathered a team and publicised your new venture by every means available. What happens next?
It's time to deliver on your promises. And the only difference between merely satisfactory delivery and great delivery is attention to detail.
Anyone who aspires to lead a company must develop a habit of taking notes. I carry a notebook everywhere I go. Most of my entries are like this one, from a Virgin Atlantic flight years ago: "Dirty carpets. Fluff. Areas around bow dirty. Equipment: Stainless steel, grotty. Choice of menu disappointing - back from Miami, prawns then lobster (as a main course) in Upper Class. Chicken curry very bland. Chicken should be cut in chunks. Rice pretty dry. No Stilton available on cheeseboard."
What's most revealing is this final note: "Staff desperate for someone to listen. Make sure flight staff reports are actioned IMMEDIATELY."
I'm pleased to say that they now are. This is the real key to getting all the other items on the list done - employees are better able to report problems and get them fixed before I come along with my notebook.
And as you decide how best to deliver your product or service, keep in mind the company's core business values, the medium-term strategic considerations and where the industry is headed in the long term. Make your decisions on the micro level in light of that bigger picture, and your business should be headed in the right direction.
This problem-solving process should not be limited to the launch. Owners and leaders of established companies should sample their business products as often as possible. Many bosses regularly speak to staff at all levels, but often they do not follow up on problems they uncover. This means that their employees never learn what importance the CEO places on getting the details right, or see just how necessary and possible it is to address the everyday problems that come up.
If you foster a corporate culture of waiting for someone else to solve problems, the company will suffer the consequences.

BOSSES, GIVE STAFF YOUR PHONE NUMBER

Great delivery also depends on great communication, which should start at the top. Be brave: Hand out your email address and phone number. Your employees will know not to misuse it or badger you, and by doing so, you will be giving them a terrific psychological boost - they will know that they can contact you anytime a problem comes up that requires your attention.
Instilling attention to detail throughout your new company will prove especially important when the business begins to gain ground. It always tickles me when a spokesman explains to reporters that a company experiencing delays or other problems in delivering a product or service is "a victim of its own success" - as though it had undergone something rare and freakish.
Delivery is not just limited to the company's first day: Employees across the business should be focusing on getting it right all day, every day.
A few years ago, I saw warning signs that we were starting to stumble when I received a letter from a couple who had planned to travel on Virgin Trains in Britain. We had seen a rapid 50-per-cent increase in passenger numbers and suddenly people were finding it difficult to get a seat on the busier routes.
The letter writers had not realised that they now had to book seats in advance. When they arrived at the station, they found the staff unhelpful. Given that the husband was disabled and needed assistance, this was pretty terrible of us.
I personally helped them with their problem and in the process become concerned about the bigger picture for this company. I penned a letter to Ashley Stockwell, the brand and customer service guardian for Virgin Group, asking him to take a look. Thanks to our renewed focus on delivering great service and attention to detail, we got better and soon received plaudits. I'm proud to say that Virgin Trains delivered on its promises - it wasn't easy.
Finally, if you do start to see success in the form of new and repeat business, remember to keep a cool head. You're delivering change, and if you are succeeding, other businesses are very probably getting hurt in the rough and tumble. They will try to shut you down.
Be sportsmanlike, play to win, and then befriend your enemies. If you do fall out with a partner, colleague or competitor, call that person a year later and take him out to dinner. It is likely you have a great deal in common. After all, why did you both get into the business in the first place? To deliver change, serve customers, reform an industry - does any of this sound familiar?
Now, what can you create together?
© 2010 Richard Branson (Distributed by The New York Times Syndicate)


Adapted from "Business Stripped Bare" by Sir Richard Branson, the founder of the Virgin Group and companies such as Virgin Atlantic, Virgin America, Virgin Mobile and Virgin Active.

URL http://www.todayonline.com/Commentary/EDC101230-0000199/Delivering-an-infant-business-is-in-the-details

9 de fevereiro de 2011

Falar com quem sobre o Brasil ? ( Aquarela texto 4)

PARA QUEM COMUNICAR:     

A estratégia de comunicação do turismo como produto ou destino turístico não foi estabelecida como uma estratégia de massa. Era preciso tornar o Brasil um lugar conhecido por aqueles que comercializavam os produtos, indicavam aos clientes e buscavam fornecedores no País. Para tanto, chegar aos operadores de turismo e aos agentes de viagens era o passo inicial necessário para que os turistas passassem a saber quais experiências, que produtos e o que poderiam fazer no Brasil.
Depois dos operadores de turismo e agentes de viagens, novas estratégias e ferramentas de comunicação passaram a ser estabelecidas com os dois outros grupos: a imprensa internacional e os  potenciais visitantes ao Brasil.
A definição das mensagens: o que comunicar

No que diz respeito ao conteúdo da comunicação, foi estabelecida uma mensagem global para todos os mercados e que se converteria em um guarda-chuva para todos os produtos a serem ofertados. A mensagem seria o elemento que integraria todas as ações de comunicação e promoção turística internacional.
Esta mensagem global se concretizou em três elementos:
  • O Decálogo, conjunto dos argumentos e dos valores que têm que levar à decisão do turista potencial de viajar ao Brasil. 
Derivado da análise dos produtos turísticos disponíveis, da imagem, do posicionamento do Brasil e de seus principais concorrentes, foi elaborado na perspectiva do posicionamento desejado no mercado turístico mundial, e é a síntese temática que define o que é o Brasil, seus atrativos e sua diversidade. Traduzido em palavras que explicam o Brasil definido pelo turista que já vem ao paísl, pelo turista potencial, pelos profissionais do setor de turismo brasileiro e estrangeiro, o decálogo se constitui dos seguintes valores ou conceitos:

NATUREZA:
A MAIOR BIODIVERSIDADE DO PLANETA

CULTURA VIVA:
Ver, sentir, comer, dançar, ouvir, festejar...

POVO:
Fé, esperança, hospitalidade e alegria

CLIMA:
Sol, sombra, brisa e água fresca o ano inteiro

MODERNIDADE:
Juventude e modernidade num país de contrastes

    Mercado de feiras e eventos deve crescer 20% em 2011, por Guilherme Barros

    Fatores como os problemas de infraestrutura enfrentados pelo País, os grandes eventos como a Copa e as Olimpíadas, a descoberta do pré-sal, as altas taxas de consumo e a onda de sustentabilidade nas empresas estão aquecendo o setor de feiras e eventos no Brasil.
    “A expectativa é de um crescimento de 20% para o mercado brasileiro em 2011”, estima Juan Pablo De Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, maior produtora de eventos no Brasil e no mundo.
    Embalada pelas oportunidades, a empresa preparou um cardápio de 42 feiras para 2011 e 2012. A aposta vem acompanhada de um investimento direto de R$ 100 milhões, montante 17% maior que o de 2010.
    Os setores focados pela empresa serão: construção, automobilístico, energia, agronegócios e eletrônica de consumo. “Queremos atender às demandas que estão surgindo no País”, afirma De Vera.
    São esperados para este ano cerca de 4 milhões de visitantes. Estima-se que 6 mil expositores participarão das feiras, que acontecerão em seis cidades brasileiras.






    A receita da Reed Exhibitions Alcantara Machado cresceu 32% em 2010, comparada a 2008, mesmo ano em que a empresa realizou alguns eventos bianuais.






    Apenas seis feiras que serão lançadas este ano deverão atingir 5% da receita da empresa em 2011. O Brasil representa 10% da receita global da Reed Exhibitions Alcantara Machado de US$ 1,5 bilhão

    8 de fevereiro de 2011

    A Estratégia de Marketing, onde promover: texto 3

    Seguindo com nossa conversa sobre a construção do Plano Aquarela, vamos falar sobre a formulação da estratégia de marketing que foi elaborada a partir das respostas a duas perguntas básicas: O que queremos do Brasil como destino turístico ?O que vamos promover de nosso país no exterior? 
    Com a análise do diagnóstico realizado foi possível definir a Visão de Futuro desejada para o turismo do País e estabelecer os objetivos e metas em longo prazo, bem como as linhas estratégicas para alcançá-los. 
    A visão que desejávamos alcançar até 2010 traduzia a imagem desejada para o País no mercado turístico. A decisão tomada foi de buscar alcançar, em médio prazo, uma imagem mista de latinidade e de liderança na América do Sul e, em longo prazo, chegar a ser referência no cenário do turismo mundial.
    O BRASIL É O DESTINO LÍDER DA AMÉRICA DO SUL E UM DOS PAÍSES LÍDERES NO TURISMO MUNDIAL.

    Olhando para o presente, podemos afirmar que essa referência foi alcançada, tornando o Brasil o país líder de seu continente e parte do imaginário de latinidade em termos de produto turístico.
    A análise do produto turístico internacional do Brasil e a imagem apontada pelo turista que ainda não conhecia nosso país levaram ao estabelecimento de um posicionamento competitivo para potencializar os dois fatores que caracterizam a oferta existente: o patrimônio natural e o estilo de vida, que sintetizam os valores da cultura viva do povo. O Brasil, mais do que competir com outros países da América Latina, a partir deste posicionamento ocuparia um espaço próprio no mercado internacional.
    Os orçamentos promocionais necessários sobre os quais o Plano Aquarela naquele momento trabalharia, bem como metas, eram apontados pelo Plano Nacional de Turismo 2003-2006.
    Assim, o Plano Aquarela avançou no sentido de traçar objetivos e metas para os países prioritários para a promoção internacional do Brasil, efetuando ajustes, quando necessário, em função de mudanças dos orçamentos disponíveis e da evolução do turismo e dos cenários econômicos mundiais.
    Para criar uma identidade ao Brasil turístico o Plano traçou objetivos que contribuíssem para a geração de uma imagem nova e moderna do País. Além disso, a partir do crescimento dos fluxos turísticos internacionais, provocou o aumento da oferta, estimulando os investimentos internos e externos no turismo e impulsionando a melhoria do padrão da oferta atual até que se igualasse aos patamares das cidades mais importantes do Brasil e de referências do turismo mundial.
    Onde promover?
    A resposta a essa pergunta é fundamental para focar numa política de resultados, utilizando os recursos disponíveis e garantir uma agenda nos países prioritários. Ainda é importante lembrar que o orçamento de marketing deveria estar centrado nos países prioritários, evitando dispersão de recursos que não trariam efetividade de promoção. 
    A definição dos mercados prioritários levou em consideração os seguintes aspectos:
    - O mercado atual – aqueles países que ocupam posição de destaque no cenário turístico mundial e cujo volume emissivo para o Brasil já era alto e,
    - O mercado potencial – países que registravam um volume elevado de viagens internacionais, com um volume alto de turistas potenciais, e com um volume emissivo  para o Brasil médio ou baixo àquela época.
    As pesquisas realizadas confirmaram que o turista potencial para o Brasil era “o turista experiente, que já realizava viagens internacionais e que já tinha grande interesse em visitar o Brasil, sendo, portanto mais passível de ser motivado”.
    Com a definição dos mercados prioritários e suas características, foi possível realizar um cruzamento entre Grade de Produtos e Mercados (países emissores de turistas). Levando em conta as motivações e interesses do consumidor nos diferentes países, a situação competitiva do Brasil nesses mercados e a acessibilidade, o cruzamento permitiu estabelecer uma comunicação específica para cada mercado, com foco definido. 
    As estratégias foram, então, formuladas no âmbito dos países prioritários para promoção e a oferta de produtos a ser comunicada para atingir os seguintes resultados:
    1. Propiciar a experiência da diversidade brasileira;
    2. Provocar o retorno e a recomendação por parte dos turistas;
    3. Permitir a diversificação do produto e a regionalização do turismo brasileiro
    Produtos específicos, como por exemplo, eventos, convenções e congressos, foram tratados de forma diferenciada, já que sua captação não passa por ações pré-determiadas por mercado. Uma estratégia e uma política para a captação e promoção de eventos e também para atração de grupos de turismo de incentivo foi preparada. Para esses segmentos, a estratégia de comunicação e a  abordagem foram feitas por meio de ações direcionadas e para públicos determinados. Vamos falar desse tema em mais detalhes em outros textos.

    Essa estratégia inicial do Plano tornou-se muito importante para que o Brasil pudesse deixar de ser conhecido somente como um destino de sol e praia, e pudesse estabelecer motivações de viagens de negócios e eventos, assim como de uma país moderno e com infraestrutura turística de lazer, ecoturismo, aventura e esporte.

      Não é dinheiro, estúpido - Nizan Guanaes, Folha de S. Paulo (08/02/11)

      SOU, COM FREQUÊNCIA, chamado a fazer palestras para turmas de formandos. Orgulha-me poder orientar jovens em seus primeiros passos profissionais.
      Há uma palestra que alguns podem conhecer já pela web, mas queria compartilhar seus fundamentos com os leitores da coluna.
      Sempre digo que a atitude quente é muito mais importante do que o conhecimento frio.
      Acumular conhecimento é nobre e necessário, mas sem atitude, sem personalidade, você, no fundo, não será muito diferente daquele personagem de Charles Chaplin apertando parafusos numa planta industrial do século passado.
      É preciso, antes de tudo, se envolver com o trabalho, amar o seu ofício com todo o coração.
      Não paute sua vida nem sua carreira pelo dinheiro. Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá como consequência.
      Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser um grande bandido ou um grande canalha. Napoleão não conquistou a Europa por dinheiro. Michelangelo não passou 16 anos pintando a Capela Sistina por dinheiro.
      E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar. Tudo o que fica pronto na vida foi antes construído na alma.
      A propósito, lembro-me de um diálogo extraordinário entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano. O milionário, vendo-a tratar dos leprosos, diz: "Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo". E ela responde: "Eu também não, meu filho".
      Não estou fazendo com isso nenhuma apologia à pobreza, muito pelo contrário. Digo apenas que pensar e realizar têm trazido mais fortuna do que pensar em fortuna.
      Meu segundo conselho: pense no seu país. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si.
      Era muito difícil viver numa nação onde a maioria morria de fome e a minoria morria de medo. Hoje o país oferece oportunidades a todos.
      A estabilidade econômica e a democracia mostraram o óbvio: que ricos e pobres vão enriquecer juntos no Brasil. A inclusão é nosso único caminho. Meu terceiro conselho vem diretamente da Bíblia: seja quente ou seja frio, não seja morno que eu vomito. É exatamente isso que está escrito na carta de Laodiceia.
      É preferível o erro à omissão; o fracasso ao tédio; o escândalo ao vazio. Porque já li livros e vi filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso (ou narra e fica muito chato!).
      Colabore com seu biógrafo: faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.
      Tenho consciência de que cada homem foi feito para fazer história.
      Que todo homem é um milagre e traz em si uma evolução. Que é mais do que sexo ou dinheiro. Você foi criado para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, caminhando sempre com um saco de interrogações numa mão e uma caixa de possibilidades na outra. Não dê férias para os seus pés.
      Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: "Eu não disse? Eu sabia!".
      Toda família tem um tio batalhador e bem de vida que, durante o almoço de domingo, tem de aguentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo o que faria, apenas se fizesse alguma coisa.
      Chega dos poetas não publicados, de empresários de mesa de bar, de pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta à noite, todo sábado e todo domingo, mas que na segunda-feira não sabem concretizar o que falam. Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, não sabem recomeçar. Porque não sabem trabalhar.
      Só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama "sucesso".
      Seja sempre você mesmo, mas não seja sempre o mesmo.
      Tão importante quanto inventar-se é reinventar-se. Eu era gordo, fiquei magro. Era criativo, virei empreendedor. Era baiano, virei também carioca, paulista, nova-iorquino, global.
      Mas o mundo só vai querer ouvir você se você falar alguma coisa para ele. O que você tem a dizer para o mundo?


      NIZAN GUANAES, publicitário e presidente do Grupo ABC, escreve às terças, a cada 15 dias, nesta coluna.

      3 de fevereiro de 2011

      A Marca Brasil: Texto 2

      MARCA BRASIL          
      O desenho gráfico da marca turística, a Marca Brasil, foi resultado de um concurso de desenho gráfico coordenado pela ADG – Associação de Design Gráfico do Brasil, que contou com a inscrição de 39 escritórios ou agências de todo o País, dos quais foram selecionados cinco para a etapa final. Para sua construção foi realizada uma reunião com representantes dos escritórios de design gráfico selecionados para passar um conjunto de informações (briefing) necessárias ao desenvolvimento do trabalho, baseado em algumas ideias básicas:
      • Para manter a identidade, na mesma linha em que já trabalham outros países líderes, o nome Brasil, em português, deveria ser incorporado, sem tradução, no desenho da marca.
      • A marca deveria expressar a estratégia proposta pelo Plano Aquarela e refletir o posicionamento desejado: o Brasil é natureza e estilo de vida.
      • As cores para o desenho deveriam levar em consideração os resultados das pesquisas de opinião aos turistas estrangeiros atuais, pesquisas com os operadores de turismo do exterior e as reuniões de opinião interna, que indicaram que, na visão desses públicos, o Brasil é um país colorido.
      • O desenho gráfico deveria carregar o conceito da brasilidade, mas também agregar o valor central da modernidade em sua expressão máxima, para que a marca turística do Brasil seja duradoura, resistente e referência na América Latina e no mundo.
      A partir desses elementos, os escritórios de design gráfico selecionados apresentaram duas propostas, sendo uma de livre criação e outra baseada em um desenho que ilustra a capa de um livro sobre a obra de Burle Marx, que seria a referência de criação.
      Por decisão unânime do júri foi selecionada a proposta do designer Kiko Farkas, que sintetiza a mistura de cores e formas e agrega, por meio das curvas, a modernidade do Brasil ao desenho. Sua aplicação deve ser sempre acompanhada da mensagem permanente “Sensacional!”.

      2 de fevereiro de 2011

      A Marca Brasil: Vídeo 2


      video

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